Ilhas da Geórgia do Sul em M/V Plancius - Cruzando Shackleton

As ilhas de Geórgia del Sul é um dos lugares mais remotos, isolados e selvagens da Terra. Localizado a 850 km a leste das Ilhas Malvinas. Vamos fazer uma inesquecivel navegação através do Ocêano Atlântico Sul para atravessar a Convergência Antártica e começar a desfrutar de uma inesquecivel viagem para a Antàrtica, considerada ideal tanto para os esquiadores como assim também para exploradores com o um espírito de aventura permanente, este é o mais ativo e mais bonito cruzeiro que viaja para a Antártica.

Ilhas Geórgia do Sul no M/V Plancius - Travessia de Shackleton

20 dias - 19 noites

Navegando pelo océano Atlántico Sul as Georgias do Sul passando a Convergência Antártica numa viagem de aventura para esquiadores e exploradores recorrendo antes as Ilhas Malvinas e seu capital Porto Stanley, para logo atravessar a convergência antártica e chegar às terras de Ernest Shackleton.

Ilhas Geórgia do Sul no M/V Plancius - Travessia de Shackleton

O cruzeiro a Antártida com destino as Ilhas Georgias do Sul, é a viagem a Antártida mais ativo e de maior aventura de todos, muito recomendável para pessoas aventureiras, especialmente para esquiadores e para pessoas com alma exploradora, já que tanto fazendo esqui ou trekking, esta viagem é realmente de sonho. Saímos da Puerto Madryn (Argentina) caminho ao Malvinas, numa viagem com muita atividade, rodeiados de petreles, albatros e skuas. Os primeiros dias de navegaçao a Antártida faremos percursos pelas Ilhas Malvinas e seu capital Porto Stanley, para logo deixar a convergência antártica e ir até o nosso objetivo principal: As Ilhas Georgias.

Perto do oitavo dia chegaremos as Ilhas Georgias do Sul, para começar a nossa travessia, que pode ser feita por terra ou por mar. Podemos descobrir a Ilha, navegando a mesma em embarcaçoes pequenas (zodiac) ou esquiando desde a costa sul até a costa norte, começando por Bahia King até Bahia Stromness. Os exploradores terrestres poderao rememorar a verdadeira e única façanha feita nesta ilha por Ernest Shackleton, nunca igualada até o dia de hoje, uma impressionante proeza humana, que foi repetida mas nunca superada. Das viagens a Antártida, este que explora as Ilhas Georgias do Sul é talvez a mais recomendável para todos aquelos que levamos um real espírito de aventura.

Presente para os clientes da nossa agencia Argentinian Explorer

As pessoas que façam a viagem com nós até as Ilhas Georgias terão duas noites de pernoite gratuito na cidade de Porto Madryn, incluindo os traslados do aeroporto até o hotel e a excursão Península de Valdés para olhar as Baleias Francas Austrais e logo a visita à colônia de Pingüins Magalhães mais importante da América do Sul, em Ponta Tombo.

M/V Plancius
Saída Dias Quadruple Triple Twin Porth Twin Window Twin Deluxe Superior
02NOV2015 20 12.150 USD 13.250 USD 14.550 USD 15.350 USD 16.200 USD 17.950 USD
M/V Plancius
Saída Dias Viagens Atividades
02NOV2015 20 Geórgia do Sul S, T
M/V Plancius
Atividades Detalhe Pax Custo
S RAQUETES DE NEVE FREE
T TREKKING DE ESQUI 6 a 12 6.000 USD

20 dias - 19 noites

Dia 1 - Saída de Puerto Madryn

À tarde zarparemos desde Porto Madryn na província de Chubut com destinação: as Ilhas Malvinas. Desta maneira, atravessamos o Golfo Novo, famoso mundialmente pela presença durante os meses de Julho até Novembro da Baleia Franca Austral, que vem ao lugar desde as águas da Antártida.

Dia 2 até 3 - Oceano Atlántico Sul. No mar caminho às Ilhas Malvinas

Estes dias estão dedicados à navegar as águas do oceano Atlántico Sul, vamos caminho à Malvinas, observamos uma grande variedade de aves marinhas, albatros, petreles, skuas entre outras espécies. Quando ingressamos nas águas antárticas, notamos a diferença de temperatura do água, que descende 10ºC. Nestes dias faremos uma navegação pelas águas do Oceano Atlântico Sul até as Ilhas Malvinas, tendo a possibilidade de olhar a grande variedade de aves marinhas, albatros, petreles, skuas, entre outras espécies.

Dia 4 - Ilhas Malvinas

Chegamos à área ocidental do arquipélago das Ilhas Malvinas. Se as condições climáticas são boas teremos a oportunidade de descer no noroeste das ilhas, na Ilha Jason Steeple Island (Ilha Selvagem do Oeste) onde observaremos a colônia de albatros com olheiras maiores do planeta (habitam aproximadamente 115.000 aves). Nesta ilha há uma estação de investigação que foi feita no principio do século XXI com o objetivo de preservar a fauna silvestre. Desta maneira, teremos a possibilidade de olhar as crias de Pingüins de Magalhães, imperiais e Gentoo, além das aves zancudas. Na Ilha Saunders, também chamada Ilha Trindade, que fica no norte da Baia San Francisco de Paula, faremos a observação dos albatros, perto do lugar onde fazem ninho com as suas crias. Atualmente na ilha se faz o pastoreio de ovelhas.

Dia 5 - Porto Stanley

Vamos conhecer Porto Stanley, a atual capital das Ilhas Malvinas, conhecendo a cultura inglesa das ilhas, uma mistura do americano do sul com o encanto vitoriano, com casas de colores, jardins muito cuidados e os pubs bem de estilo britânico. Em Porto Stanley e nos arredores observaremos uma grande quantidade de clippers ficando desde mais dum século, produto das dificuldades que tinham os navegantes no fim do século XIX. Desta maneira, teremos a possibilidade de visitar um pequeno museu que mostra a chegada inglesa até a Guerra das Malvinas, no ano 1982, quando Argentina reclamou a sua soberania sobre essas terras, já que foram ocupadas ilegitimamente pelos ingleses. Os habitantes do povoado são realmente poucos, aproximadamente 1.200 pessoas que habitam neste lugar inóspito. Todas as excursões que se fazem na ilha terão que ser pagas aparte, não ficando inclusas no preço final da viagem.

Dia 6 até 7 - Para as Ilhas Georgias do Sul pela Convergência Antártica

Iremos para as terras de Ernest Schackleton. São dias completos de navegação pelas águas do Oceano Atlântico Sul, indo caminho à Antártida, fazendo o cruzamento pela Convergência Antártica e olhando uma grande quantidade de aves marinhas, albatros, petreles, skuas, entre outras espécies de animais. Entrando nas águas antárticas nota-se a diferença de temperatura da água (descende 10ºC).

Dia 8 até 15 - Ilhas Georgias do Sul

Durante estes dias chegamos às Ilhas Georgias do Sul, espera-nos uma expedição de aventura com duas alternativas possíveis, conhecer a ilha por terra ou pelo mar. Podemos percorrer pelo mar embarcando-nos em zodiacs, circunnavegando a ilha ou descobrir as ilhas direitamente por terra, esquiando, numa travessia do norte ao sul, atravessando-a da costa Sul em Bahía King Haakon até a costa norte em Bahia Stromness. A expedição marinha dura aproximadamente 9 dias, em vez a expedição terrestre uns 5 dias.

Os esquiadores formam um grupo que não supera os 12 exploradores, vão acompanhados de 2 ou 3 guias de montanha no intento de atravessar a ilha com raquete de neve impulsados por trenós chamados pulkas. O trajeto por terra que devem fazer os esquiadores é de 45 kilómetros, que é uma vereda muito similar à famosa rota histórica que Ernest Shackleton fiz em solo 36 horas. A expedição finalmente chega ao barco na Bahia Stromness, logo de atravessar geleiras na sua etapa final, onde se unem as duas bahias. Uma vez que a expedição terrestre se une à marinha, ambas continuam a viagem.

Os exploradores marinhos começam a sua rota de viagem em Fanfarronada Pegotty, o famoso campo histórico. O barco Plancius ancorara no Cabo Rosa. Uma vez que chegue a noite no mar, atravessamos Cabo Decepción, que foi descoberto por James Cook em 1775 para chegar ao sudeste de Georgia do Sul. Passamos em zodiac o fiorde de Drygalski, um lugar único, com o objetivo de lograr nosso próximo destino: a Bahia Cooper. A expedição marinha, nos dias que seguem, descobre outros lugares interessantes como as praias de Gold Harbour, Royal e St. Andrews Bay. Todos estes atrativos estão cobertos de um amplio espectro de paisagens e fauna, onde se podem observar penguins Rei e Macaroni, elefantes de mar e albatros entre outras espécies. Graças a navegação em zodiac, chegamos ao frente da geleira de Nordernskjöld, Maiviken e a Bahia Cumberland.

Se pode descer para visitar Godthul, Maikiven e Stromness, dependendo das condiçoes meteorológicas e acompanhados de guias profesionáis, que dura aproximadamente 3 horas, percorrendo em promédio uns 7 kilómetros. Bahia Stromness, é o ponto de encontro de ambas expediçoes (marinha y terrestre), uma vez juntos novamente, navegamos à Bahia Fortuna para ancorar o barco e descansar durante a noite. As praias são habitadas pelo Pingüim Rei. Em Grytviken se pode conhecer o Museu de História de caça de Baleias e a tumba de Ernest Shakleton.

Uns dos últimos lugares que conheceremos é a Ilha Prion, para testificar o trabalho incansável do Albatros Vagante, desfrutando de suas hábiles demostraçoes. Na planície Salisbury, observamos a segunda colônia de Pingüins Rei mais grande que há na Georgia do Sul, além de avistar elefantes marinhos. Deixamos Georgia do Sul na Bahia de Elsehul, para empreender o regresso à Ushuaia, na Ilha Terra do Fogo.

Dia 16 até 19 - Regresso à Ushuaia

No regresso à Ushuaia não estaremos sozinhos, acompanharão-nos uma grande diversidade de aves marinhas que cruzam o Oceano Atlántico junto ao Plancius.

Dia 20 - Ushuaia

Com as primeiras luzes da amanha, chegamos à Ushuaia para despedir-nos desta singular e original aventura pela Ilha Georgia do Sul, uma maneira diferente de conhecer estes recantos insólitos do Polo Sul, rememorando à Ernest Shakleton, especialmente pelos expedicionários terrestres que unem os extremos norte e sul da bahia como ele fiz muitos anos atrás.

Mapa de Rota

 Ilhas Geórgia do Sul no M/V Plancius - Travessia de Shackleton

Serviços

Todas as tarifas indicadas são por pessoa em dólares americanos, na cabine dupla twin. As tarifas em dólares aplicam-se para todas as ventas que façam fora de Europa. Se oferecera um 5% de desconto para reservas de um ou mais viagens consecutivas (exceto para o programa “Odisséia Atlántica”). Por favor, considere que todas as datas e tarifas estão sujeitas à possíveis cámbios. Todas as viagens operam com um mínimo de 70 passageiros. O “Plancius” pode acomodar até um máximo de 110 passageiros.

Ocupação individual (base single)

Todas as cabines estão disponíveis para ocupação SINGLE à 1.7 vezes o preço da mesma

Os serviços incluem:
  • Viagem a bordo da embarcação como se indica no roteiro
  • Todas as refeiçoes durante a viagem a bordo do cruzeiro, incluindo os aperitivos (café e chá)
  • Livre acesso de botas de chuva e raquetes de neve (calçado)
  • Traslado em serviço regular desde a embarcação até o aeroporto de Ushuaia (direitamente depois do desembarco)
  • Todas os passeios em terra e atividades durante toda a viagem barcos pequenos Zodiac
  • Programa de conversas e conferências por reconhecidos naturalistas e coordinação pelo experimentado equipe de expedição
  • Todos os impostos dos serviços e gastos portuários durante o programa
  • Material de leitura informativo antes da partida
Serviços não incluem:

Nenhuma tarifa aérea, tanto para vôos regulares ou vôos charter, nenhum serviço antes ou depois ao cruzeiro, traslados a embarcação; gastos de pasaporte e de visto; taxas governamentáis de chegada ou saída do pais, refeiçoes em terra, bagagem, cancelamento e seguro pessoal (o qual é muito recomendável), gastos por excesso de bagagem e qualquer outro gasto adicional de caráter pessoal, como lavanderia, bar, bebidas ou ligaçoes; assim como também a gorjeta ao final das viagens para garçoes e outro pessoal de serviço a bordo.

Informações Gerais

GeorgiaS do Sul

Informações gerais da Geórgia do Sul

As ilhas de Georgias do Sul são um dos lugares mais remotos e selvagens do pólo sul. O Reino Unido gerencia a administração das ilhas, mas sua soberania é discutível, já que constantemente têm sido reivindicadas pela Argentina, pois considera-se que formam parte das Ilhas do Atlântico Sul. Encontra-se a 1400 quilômetros (850 milhas) a leste das Ilhas Malvinas. Geórgia do Sul não tem um aeroporto, o único acesso é por barco e demora dois dias inteiros para chegar, saindo das Ilhas Malvinas. A ilha mede aproximadamente 170 quilômetros (106 milhas) por 30 quilômetros (18 milhas) e é completamente montanhosa, suas montanhas cobertas de neve chegam a 2934 metros (9626 pés).

A maior ilha é Geórgia do Sul, também é conhecida como Ilha San Pablo, o resto das ilhas são bastante menores, as principais são: Willis, Bird, Annenkov, Cooper e Pickersgill, Rocas Negras, Grass e Aurora. A ilha tem mais de 160 glaciares que descem ao mar. Sua paisagem é muito similar às costas e aos fiordes de Noruega. Apresenta grande variedade de paisagens que contrastam entre si, como colinas e montanhas altas, como é o caso de Monte Paget, mesclado com fiordes na costa norte, esta protegida dos fortes ventos antárticos, graças a suas elevações rochosas, motivo pelo qual instalaram-se fábricas baleeiras. As planícies são poucas e a vegetação que as cobre também, as ervas e musgos inclusive crescem durante o inverno, mesmo que excassas. O contraste final é dado pelas costas que por suas formas variadas desenham baías, riachos pequenos e enseadas. Um grande número de aves marinhas e mamíferos marinhos se reproduzem ao longo das costas Tussock Grass de Geórgia do Sul. Com exceção dos restos que sobram das velhas estações de caça de baleias, a ilha é praticamente virgem pelo homem e assim oferece oportunidades únicas para observar a fauna e suas espetaculares paisagens, um verdadeiro oásis da Antártida.

O primeiro desembarque registrado na Geórgia do Sul foi feito pelo explorador britânico James Cook, que descobriu a ilha em sua segunda viagem ao redor do mundo. Com a esperança de encontrar o Continente Sul, estava muito decepcionado ao ver que Geórgia do Sul era somente uma ilha. Cook desembarcou na baía Possesion e reivindicou a ilha para o Reino Unido. Pouco depois da chegada de James Cook, uns caçadores de animais marinhos encontraram uma proibição comercial nas ilhas Georgias do Sul, o negócio das peles. No começo do século 20, Geórgia do Sul converteu-se no centro da indústria da caça de baleias. Principalmente empresas noruegas e também britânicas construíram estações de caça de baleias perto dos fiordes. O negócio durou até 1964, momento em que a maioria das baleias foram capturadas, baixando drasticamente o volume de baleias devido à matança massiva. Hoje em dia, as baleias e as focas estão plenamente protegidas. As peles e as populações de focas e elefantes marinhos se recuperaram e estão de novo nas praias. As baleias também estão se recuperando, mas pouco a pouco, e agora pode-se ver com frequência em nossas viagens.

Clima nas Georgias

As Ilhas Georgias do Sul encontram-se dentro da Convergência Antártica, uma fronteira que separa o frio Oceano do Sul dos oceanos mais quentes do norte. Isso faz com que se experimente um clima frio oceânico, extremadamente cru, similar aos invernos noruegueses. O clima pode ser muito variável. A temperatura média no verão ao nível do mar é de aproximadamente 7,5 ° C (45 ° F). A amplitude térmica é escassa. A chuva e a neve são possíveis em qualquer época do ano, ainda que se concentrem entre os meses de maio a agosto. É comum nos expormos a ventos importantes que podem chegar até os 170 km/h. Em termos gerais, o clima é melhor na costa norte e mais duro sobre a costa sul.

Flora e Fauna

Se considerarmos a variedade de vegetação e vida silvestre das Georgias do Sul, somente pode-se comparar com lugares como as Ilhas Galápagos. A vegetação compõe-se de espécies endêmicas, principalmente espécies inferiores, sobre um solo glaciário criando uma manta vegetal muito irregular integrada por musgos, ervas, liquens, que convivem com arbustos dobrados pelo vento forte. O grande número de pingüins e focas que existem na ilha não tem comparação no mundo, esta ilha é o lar de milhões de aves marinhas e focas. É também o lar da espécie da maior ave voadora do mundo, o albatroz enorme, e a maior espécie de focas, o elefante marinho do sul. Outros animais que se vêem com frequência são: Reno, o pingüim Gentoo, o pingüim Macaroni, várias espécies de gaivotas, andorinhas do mar Antártico, pombas. A rena foi introduzida, pois não é um animal originário, foi trazida da Lapônia a princípios do século XX por trabalhadores escandinavos. Não se limitaram a trazer renas, também trouxeram porcos e pôneis. Atualmente não há porcos nem pôneis, produto da caça indiscriminada e da falta de adaptação.

Lugares de interesse

Para obter informação mais detalhada sobre nossos programas, por favor, consulte a seção de itinerários

Baía las Islas

Com a cria de albatroz Wandering e a planície de Salisbury, com uma das maiores colônias de pingüins.

Baía Fortuna

Na que Shackleton descendeu durante sua épica travessia em 1916. Há uma colônia bonita de Pingüim Rey na baía.

Grytviken

É uma abandonada estação baleeira noruega. Hoje em dia pingüins Kings podem ser vistos caminhando pelas ruas, assim como elefantes marinhos e focas retornando às praias. Há um grande museu sobre a história natural e o período de caça de baleias.

Baía San Andrés

É uma das maiores colônias de Pingüins King de Geórgia do Sul, com aproximadamente 150.000 casais. A baía está muito exposta e, por este motivo, nem sempre é possível a aterrissagem.

Porto de Oro

É a versão abreviada da vida silvestre de Geórgia do Sul e a paisagem em apenas um lugar. É considerado por muitos como o lugar mais belo da ilha.

Fiorde Drygalski

É um selvagem, fiorde acidentado ao oriente da ilha. e gelo e rocha dominam a paisagem.

Roteiro

Todos os roteiros estão publicados à modo de referência. Os programas podem variar por motivos como o estado e condiçoes do gelo, climáticas e de decisoes tomadas pelo Líder de expedição para aproveitar as oportunidades de observar a vida animal e vegetal. A flexibilidade é fundamental para cruzeiros de expedição. Os desembarcos estão sempre sujeitos ao estado do tempo, a disponibilidade do lugar onde descemos e regulaçoes do meio ambiente (IAATO). Planes de navegação e desembarco serão programados com a IAATO aproximadamente 5 meses antes do começo da temporada. O plan de navegação final será determinado pelo Líder de expedição a bordo. A aplicação do plan de navegação está sujeita a capacidade da embarcação e ao critério do Capitão. Considerando os excessivos altos preços do combustível, se concordara que OceanWide Expeditions reserva-se o dereito à reduzir a velocidade dos motores (incluso navegando com um só motor), sempre que seja possível, a menos que isto afete o essencial desenvolvimentos da viagem que fora programada e ponha em peligro a seguridade do barco, a tripulação, o pessoal e os passageiros.

Botas de goma e casacos durante a expedição

A bordo do “Plancius” (nome do barco) todos os passageiros podem utilizar com total liberdade um par de resistentes botas de goma, sem cargo. Os tamanhos devem solicitar-sem previamente aos departamentos de reserva OceanWide, pelo menos com 8 semanas de antecipação. Se enviará um voucher com a documentação da viagem final aproximadamente umas 4 semanas previas a saída. Todo reclamo sobre o equipe necessário para os passeios terrestres e navegaçoes sem ordem ni voucher previos, não serão aceitados uma vez estejam embarcados no cruzeiro. As botas são de grande qualidade, que ajudam à manter os pés secos, bem abrigados e de calçado comfortável para todos os desembarcos. Os abrigos que se utilizam durante as expediçoes podem solicitar-se também à um preço espécial. Os términos e condiçoes se encontram no formulário de pedido.

Excursoes em terra e navegação em botes pequenos “Zodiac”

Os passeios terrestres com guia, caminhadas, avistagem de fauna e navegaçoes em Zodiac, estão incluídos na tarifa e se oferecem à todos os passageiros durante a viagem. Aponta-se à experimentar ao máximo a vida animal ativa e a natureça que rodeia-nos.

Viagens Bilíngües

O inglês é o idioma predominante no barco. Haverá também a bordo, pessoal de fala alemã para as viagens bilíngües (inglês – alemão). As instruçoes de seguridade, bemvinda a bordo, todo anúncio sobre atividades fora e dentro do cruzeiro, reunioes diárias para brindr informação, serão proporcionadas tanto em inglês como em alemão. As conferências que possam ditar-se em inglês e alemão podem variar em conteúdo. Durante as mesmas não se dará lugar a traduçoes ao mesmo tempo, contudo se brindará um resumo no segundo idioma, ao finalizar as mesmas. A orientação e guia durante as distintas atividades em terra, dependerlo do grupo que cada passageiro escolhe acordo à suas próprias habilidades enquanto ao estado físico. No Ártico aponta-se à dividir o grupo em três grupos: um grupo para caminhadas intensas, um grupo de ritmo moderado com mais tempo para tomar fotografias e um grupo com tempo livre para percorrer com liberdade a área. Um membro do equipe de fala alemã não sempre estara disponível para cada grupo. Durante as navegaçoes nos barcos pequenos Zodiac, pode não haver guia bilíngüe precissamente.

Camping

Em algumas das viagens à Antártida se oferece uma emocionante opção “ao ar livre” que brinda uma intensiva experiência sobre a vida salvagem antártica. Se brindara todo o equipamento de campo e ferramentas precissos, como toldos, sacos de dormir isolantes de vento e a prova de água. Este refúgio protege do clima durante a noite ao ar livre na Antártida. Os colchoes e sacos de dormir “polares” oferecem comfortabilidade durante toda a noite. O número máximo de participantes para este opcional de acampamento é de 15 passageiros por noite. Um guia de expedição orientará-nos durante as atividades terrestres. Os acampamentos estão sujeitos as condiçoes meteorológicas, ao lugar de acampamento e as regulaçoes do meio ambiente. Uma dessas noites deve ser reservada antes da viagem, qualquer outra noite adicional se pode organizar à bordo. Estes preços estão indicados na tabela de saídas e tarifas.

Caminhadas

Durante os passeios de caminhadas e trekking, as mesmas serão um pouco mais extensas que os passeios tradicionáis ou comums do programa. Geralmente, se oferecem três possibilidades para que sejam atividades mais enérgicas. Teremos caminhadas simples, moderadas e de maior intensidade nos arredores da área de desembarco. Também haverá caminhadas organizadas à medida de cada pessoa, conforme à sua habilidade. Na Antártida aponta-se à fazer um promédio de duas caminhadas por dia, cada uma de entre 2 e 3 horas de duração, tanto nos desembarcos que se façam pela amanhã ou pela tarde. No Ártico, se oferecem várias caminhadas de dia completo com almoço incluído. A decisão final sobre a realização destos passeios, será sobre o Líder de Expedição o mesmo dia em que tenha lugar. Aconselha-se levar um par de botas espécial para caminhadas e polainas abrigadas. As raquetes de neve (calçado) serão provistas à bordo considerando o número de calçado disponível e que possam utilizar-se junto com as botas de goma de OceanWide. Estas atividades de caminhadas são sem cargo.

Kayak

Em geral, se oferecem uns 4 dias de kayak pelo menos. Se requere uma experiência básico em kayak e é imprescindível uma boa condição física. Ao igual que para todas as atividades, aponta-se à fazer estas de kayak durante os desembarcos que se façam pela amanhã e/ ou pela tade. A decisão final sobre a realização destos passeios, será sobre o Líder de Expedição o mesmo dia em que tenha lugar. Ocean Wide oferecera os Kayaks e traje de neopreno. Aquelas pessoas que desejem fazer Kayak devem levar a suas próprias polainas abrigadas. O kayaking está sujeito as condiçoes meteorológicas e as condiçoes e estado do gelo. Estes preços estão indicados na tabela de saídas e tarifas.

Mergulho

Os mergulhadores devem contar com uma avançada experiência em trajes de mergulho e mergulho em águas frias. Esperamos fazer entre 1 e 2 atividades de mergulho diferentes por dia, ao mesmo tempo que as outras atividades. O mergulho depende das condiçoes e estado do gelo e as condiçoes climáticas. Os profissionáis e guias de mergulho serão responsáveis da seguridade dos passageiros que escolham esta emocionante atividade. O equipe básico se encontra à bordo, como os tanques de mergulho, compressores, pesas e outros elementos eseciáis de mergulho. Devem levar as suas próprias polainas. Estes preços estão indicados na tabela de saídas e tarifas.

Ski Trekking - Travessia de Shackleton

Um grupo de até 12 excursionistas accaretam seus trenós com o equipe necessário (refeiçoes, estufas, combustível, entre 20 e 30 kilos) a través do terreno montanhoso. Durante os trajetos onde não haja neve, o trenó pode levar-se como mochila. Para o Ski Trekking se deve levar equipamento de montanha e ski, acampamento de inverno e para caminhadas pelas geleiras. Se requere que os participantes tenham uma boa condição física e que tenham alguma experiência para fazer esta atividade extenuante num ambiente de montanha, ás vezes com temperaturas extremas. Além disso, devem estar familiarizados com o ski e as técnicas de resgate em fendas.

A atividade se fará em terreno de montanha, que algumas vezes é de difícil acesso, muito fendado e muito perigoso. Não há atividades de escala propriamente nestas viagens, as inclemências do clima e os fortes ventos podem fazer destos passeios muito desafiantes. Há a possibilidade de que pelas condiçoes climáticas os membros da expedição devam ficar por vários dias nos toldos. Guias de montanha com a aprovação da UAIGM, vão liderar as travessias e estarão ao cargo da seguridade da expedição; também haverá uma pessoa com capacitação médica acompanhando. Haverá um mínimo de um guia cada quatro excursionistas. O equipamento básico está disponível à bordo do cruzeiro (trenós, raquetes de neve e os elementos esenciáis para praticar montanhismo). Os excursionistas devem levar seu próprio equipe de ski (esquies, botas de ski) e a roupa adecuada. Para que posam fazer esta atividade, previamente devem preencher um formulário com informação médica e pessoal. Além disso, devem apresentar um informe sobre a sua experiência em ski de montanha e trekking. As aplicaçoes serão estudiadas para a admisão. Estes preços estão indicados na tabela de saídas e tarifas.


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