Antártica e Atlântico às ilhas isoladas do oceano Odyssey

Uma viagem espetacular para a Antártica onde será possivel ir muito longe, além da Península Antártica chegando às desoladas e desabitadas Ilhas Sandwich do Sul para em seguida virar para norte em busca das Ilhas do Atlântico Sul como: Tristan da Cunha, Santa Helena, Ilha Bouvet, todas as ilhas onde o turismo não chega e estão congeladas no tempo, onde o relógio, aparentemente está quieto faz muito tempo.

Odyssey nas ilhas e Antarctica Oceano Atlântico no M/V Ortelius

36 días - 35 noites

Uma viagem de expedição extremamente especial e única, porque iremos atingir os lugares e cantos mais remotos do planeta Terra, em uma navigação em tempo integral desde a Antártida para as desoladas ilhas do Atlântico Sul onde poucos tenham conseguido visitar.

Odyssey nas ilhas e Antarctica Oceano Atlântico no M/V Ortelius

Um cruzeiro Antártico-Atlântico maravilhoso que atende muitos ingredientes interessantes, primeiro iremos conhecer a Antártida, mas não limitado ao clássico do continente branco, a Peínsula Atlântica e as Ilhas Shetland do Sul, e vamos ir para lugares pouco conhecidos e frequentados, praticamente desabitadas e inclusive de difícil acesso, como ser no caso das Ilhas Sandwich do Sul, ou as Ilhas Cook assim tambem como talvés a Ilha Bellingshausen. Porém fazemos um giro de 180 graus e vamos em direção ao Atlântico Sul para descobrir as ilhas escondidas localizadas entre a América do Sul e África, como ser as tão imprevisíveis Ilha Bouvet, Ilha Gough, e Arquipélago Tristão da Cunha, Santa Helena (Ilha que o mesmo Napoleão Bonaparte escolheu para viver seus últimos dias no exílio), a Ilha Ascensión e finalmente chegar à capital de Cabo Verde, Praia. Uma expedição para poucos, especialmente para as pessoas que podem distinguir o elevado nível e uma experiencia exclusiva.

36 días - 35 noites

Dia 1 - Ushuaia, en la Isla de Tierra del Fuego

Por la tarde comenzaremos nuestro viaje de expedición a través del rompehielos que atravesará las aguas del Canal de Beagle en dirección al turbulento Pasaje de Drake.

Dia 2 até 3 - Atravessando a Passagem de Drake

Navegaremos em direção à Passagem de Drake. Atravessar o Mar de Drake é um começo adequado para esta viagem que fizeram em barco os exploradores da Antártida enfrentando a fúria dos elementos da natureza para acrescentar o conhecimento do gênero humano acerca das afastadas e maravilhosas regiões. Assim como eles, nós também vamos experimentar a transformação nos primeiros dias de navegação. O Paso de Drake, também chamado Mar de Hoces separa a América do Continente Branco, encontra-se entre o Cabo de Hornos (Chile) e as Ilhas Shetland do Sul (Antártida), ligando o Oceano Pacífico ao oeste com o Mar de Escotia a leste.

Dia 4 - Ilhas Shetland do Sul

Conforme o barco se move constantemente ao sul e ao oeste para o oeste rumo à Ilha Rey Jorge, e observamos os enormes icebergs em formas tabulares. Quando chegarmos às Ilhas Shetland do Sul, tentaremos fazer pelo menos duas aterragens por dia, naturalmente as descidas estarão sujeitas à autorização, condições climáticas, assim como do gelo e dos ventos. Aqui é onde vamos poder visitar uma estação de investigação activa, onde os cientistas fazem permanentemente um seguimento dos ciclos de vida de aves e icebergs como é o caso da estação de pesquisa de bandeira chilena Presidente Frei assim tambem como talvés exista a possibilidade de ir para a base Vernadsky na ilha Rey Jorge, a maior de todas a s ilhas do Arquipélago das Shetland.

"Esta terra parece um conto de fadas." Palavras de Amundsen capturam a imensidade da Antártida em todo o seu esplendor. É enorme, imaculada e gloriosa. As geleiras enormes, algunas das quais cobrem uma área igual à de uma cidade pequena, as sombras se refletem nas águas tranqüilas. O tamanho é avasalador Lembre-se que os exploradores corajosos e resolutos que vieram antes de nós são: Ross, Scott, Shac.kleton e Amundsen. Eles também ficaram cativados pelas artimanhas dos pinguins, das curiosas focas e das engraçadas e pacificas baleias.

Dia 5 até 8 - Na rota marinha rumo às ilhas Sandwich do Sul

Navegamos por algums dias através do mar de gelo à deriva ao norte do Mar de Weddell. Estamos testemunhando uma impressionante multidão de albatrozes, petréis e fulmares. Nosso objetivo é aproximar o barco o maximo possivel as ilhas Sandwich do Sul.

Dia 9 - Ilhas Sandwich do Sul

Nas Ilhas Sandwich do Sul de bandeira britânica praticamente desabitada e muito pouco freqüentada, faxemos o desembarque na Ilha Thule do Sul que é um vulcão com uma caldeira, onde podemos ver a base argentina que atualmente está abandonada Outras ilhas são a Ilha Cook e a Ilha Bellingshausen cujos nomes se devem a seus descobridores. Ambas são de origem vulcânica, com uma camada de gelo na parte superior, e habitualmente são varrida pelo vento e cobertas por uma névoa a maior parte da tempo. Há uma grande variedade de flora, de musgos, líquens e gramíneas floridas com uma abundante vida selvagem como os pinguims Gentoo, os pinguims barbudo e o belíssimo Petrel Gigante do Sul, também elefantes e leões marinhos. Chegando nas ilhas vamos poder observar os magníficos icebergs azuis que flutuam no mar de Weddell. No gelo azul uma grande colônia de pingüins Gentoo.

Dia 10 até 12 - Perto da Convergência Antártica

Uma vez mais no mar com agradável vento de cauda no barco que nos leva ao oeste. Próximo da Convergência Antártica observamos varias espécies de aves marinhas antárticas e sub-antárticas.

Dia 13 até 14 - Ilha Bouvet

A Illha Bouvet é um pequeno território insular, sem presença humana no Oceano Atlântico, que pertence à Noruega, está a uma distancia de 1.550 quilômetros do continente branco e quase 2.000 quilômetros de África do Sul. O epicentro da Ilha é uma cratera coberta de gelo de um vulcão inativo, mas em estado dormente. As suas margens tem praias de areia vulcânica preta. Devido à imprevisibilidade de fazer um desembarque na Ilha Bouvet devemos esperar dois dias para aumentar as chances de de pisar na areia nesta ilha que faz parte do território norueguês.

Estamos na presença de um outro vulcão em águas antárticas cobertas com uma camada de gelo e uma rica fauna de aves marinhas e focas que estam muito perto da costa. No lado sudoeste da ilha as condições de desembarque são melhores, Larsöya e Kapp Norvegia estão bastante protegidos contra as fortes ondas de oeste. Aquí é possivel tocar terra, em Nyröysa, porém aqui estamos mais expostos e quase fora dos limites, porque é uma reserva natural sem a autorização de acesso porque é uma área protegida.

Dia 15 até 18 - No mar rumo à Ilha Gough

Os ventos de oeste e os laterais estarão nos acompanhando no mar. Em ambos os lados da convergência a avistagem é possivel de diferentes espécies de baleias, observar estas belezas do mar nesta região é mormal seguida começamos a receber outras espécies de aves à medida que avançamos para águas mais quentes.

Dia 19 - Ilha Gough

A ilha Gonçalo Alvares, é outra ilha vulcânica localizada no meio do Oceano Atlântico Sul. Sua montanha a mais elevada é a Edimburgo Peak com quase 950 metros de altura. A Ilha Gough Integra-se com as ilhas de Tristão da Cunha, o território de Ultramar do Reino Unido de Santa Helena. A ilha não está habitada só foi invadida por várias expedições ao longo da história, especialmente pela indústria dedicada à pesca. Suas costas são precipícios, dando a impossibilidade de criação de portos protegidoso unico porto está situado em Quest Bay, na costa leste. Devido às dificuldades de se aproximar desceremos em botes Zodiac, sempre e quando o tempo permitir. O cenário que oferece a paisajem é espetacular e nos mostra uma abundância sem precedentes de vida selvagem. Forma parte do ecossistema de da ecozona afrotropical, que constituem esta ilha e o arquipélago de Tristão da Cunha. É uma reserva dos animais selvagens protegida que foi nomeado como Património da Humanidade pela UNESCO em 1995.

Dia 20 até 21 - Arquipélago Tristan da Cunha

Se imaginarmos num paraíso, nosso pensamento conduz geralmente a uma espectacular ilha com praias unicas de areia fina e uma exuberante vegetação e se são muito remotas ainda melhor, já que estão pouco contaminados de uma multidão de pessoas. A ilha Tristão da Cunha está localizada no meio do Oceano Atlântico em frente da costa africana, depende de uma outra ilha maior, a Santa Helena, ambas pertencem à Inglaterra. A ilha de origem vulcânica possui picos de 2.000 metros de altura e não excede uma população de 500 pessoas. Dificilmente é visitado por turistas. Foi descoberta no século XVI pelo português Tristan da Cunha que estava perdido e navegava rumo às Índias.

Sua sociedade está regulamentada pelo Conselho da Ilha em que os mesmos funcionarios dividem suas propriedades. Não há televisão ou jornais, a educação é primária e secundária, e os habitantes em seguida, devem migrar para o Reino Unido ou África (por causa de sua proximidade). O escritor francês Hervé Bazin narrou uma carta comovente no momento que passou por essas terras, "Les bienhereux da desolação" chamado “A Ilha da Desolação”. Pretendemos fazer um desembarque no lado ocidental da ilha principal. Também pisaremos terra na Ilha Nightingale ou na Ilha Inacessível com milhões de aves marinhas que variam de albatrozes-nariz-amarelo à Noddies marrom. Nem sempre é viável o desembarque em Tristão da Cunha, 70% das vezes o descenso teve exito porém às vezes o mau tempo atrasa todas as tentativas.

Dia 22 até 25 - No mar navegando rumo à Santa Helena

Navegamos durante 4 dias pelo Oceano Atlântico em águas subtropicais acompanhados por aves marinhas e golfinhos que mostram efazem gala de sua inteligência.

Dia 26 até 27 - Ilha Santa Helena: A ilha de Napoleão

É uma das ilhas habitadas mais remotas do planeta embora é conhecida por acolher o Napoleão quando ele foi exilado, vivendo seus últimos anos de vida, esta ilha mantém o interesse. Em 1502 João da Nova viajava de volta a Portugal em uma missão para a coroa Portuguêsa e descobriu esta ilha vulcânica e colocou o nome de Helena em honra de Helena de Constantinopla. Esta localizado a 2.789 Kilometros da costa oeste africana, ao largo da altura de Angola. É um lugar desolado, demasiado tranquilo e cheio de pessoas cordiais que nos saúdam com um sorriso. Ao contrário de Tristan da Cunha a Ilha Santa Helena possui um bom ancoradouro e um local de fácil acesso à terra. Na ilha teremos várias oportunidades de desfrutar da cultura local, do seu clima agradável, das plantas endémicas e aves. Vamos visitar o lugar onde o Napoleão viveu no exílio. Existe também a possibilidade de explorar a ilha em uma forma muito particular.

Dia 28 até 29 - No mar em busca da Ilha de Ascensão

Navegamos por dois dias para chegar a este novo destino. A Ilha Ascension é de origem vulcânica como o resto das ilhas, conta com quarenta e quatro crateras dormindo, mas latente (não estam mortos). Dentro da sua maravilhosa fauna se destaca a tartaruga verde de mar, destaca-se também a andorinha sombrio, conhecida como Wideawake porque emite um som característico. A colônia de andorinhas do mar atinge mais de um milhão de casais reprodutores.

Dia 30 - Ilha de Ascensão

Ascensão é uma ilha no Oceano Atlântico, a meio caminho entre a América e África, a 1.287 km a noroeste de a Ilha Santa Helena. Há pequenas ilhas que se complementam como a Ilha Boatswain Bird, o penhasco Boatswain Bird para o leste, o o outro chamado Tartar no Oeste e White Rocks em direção ao Sul Não é habitada por índios, dos seus aproximadamente 1.000 povoadores são a grande maioria proveniente da vizinha ilha de Santa Helena os restantes são Inglês e americano.

Os pontos mais importantes são: Georgetown, o porto e capital da ilha; Cat Hill é a base militar norte-americana, Traveller`s Hill é a residência das pessoas que trabalham na Royal Air Force e Two Boats Village onde esta a sociedade de classe alta. A área rural está localizada em Green Mountain. Uma vez na ilha alguns dos nossos passageiros podem desembarcar e pegar o vôo programado pela Royal Air Force (RAF) com destino a Brize Norton, em Oxfordshire, Reino Unido. O resto continua a viagem para as ilhas de Cabo Verde.

Dia 31 até 35 - No mar viajando para Cabo Verde

Nestes dias navegando através do Oceano Atlântico, testemunhamos a migração em primavera de pássaros rumo ao norte, como andorinhas do mar do Ártico e skuas do Ártico de cauda longa que nos fazem companhia na interseção da linha do Equador (The Line) em nosso trajeto para chegar ao nosso porto final em Cabo Verde.

Dia 36 - Praia, a capital de Cabo Verde

Praia é a capital das ilhas de Cabo Verde e é a de maior população, cerca de 125.000 habitantes. É um importante porto de exportação de café, cana-de-açúcar e frutas tropicais. Charles Darwin visitou em sua viagem com SM Beagle, e ficou deslumbrado com a belissima vegetação tropical e experimentou por primeira vez as bananas em sua vida. Seus monumentos coloniais estão situados na Praça Alexandre Albuquerque, que é um lugar espetacular na cidade velha. Destacam-se o Palácio Presidencial que está datado do século XIX, a Igreja Nossa Senhora da Graça (igreja) e Palácio da Cultura.

Uma vista panorâmica da baía e o Ilhéu de Santa Maria que é uma minúscula rocha onde séculos atrás trabalhou uma leproseria, é possivel admirar desde as muralhas tipicas de um forte que a cidade presenta. Encontramos um ativo e Mercado de Frutas e Legumes onde você pode comprar produtos locais da ilha, tais como bananas. Nas primeiras horas da manhã chegamos à Praia. Esta estimado que o desembarque será em torno de 09:00 da manhã. Após o desembarque finaliza a expedição antártica-atlantica a localidades remotas de nosso belissimo e misterioso planeta terra em que vivemos uma experiência única e privada, já que são muito poucas as pessoas que foram capazes de descobrir esses destinos intactos e remotos do mundo diário no qual habitamos a grande maioria dos seres humanos.

Serviços

Serviços incluem:
  • Hospedagem a bordo com serviço de limpeza diário
  • Cafés-da-manhã, almoços e jantares a bordo em toda a viagem. (Por favor, nos informe sobre qualquer requerimento alimentício com a maior antecipação possível)
  • Todos os desembarques costeiros e as excursões em barco Zodiac estão estabelecidos segundo o programa diário
  • O guia durante toda a viagem será um Líder de Expedição qualificado, inclusive nos desembarques costeiros e outras atividades
  • As apresentações formais ou informais realizadas por nossa Equipe de Expedição, e haverá oradores convidados segundo a programação
  • Serão emprestadas botas impermeáveis da expedição para os desembarques costeiros
  • Secador de cabelo em cada camarote
  • Café, chá, chocolate e água em garrafa estão disponíveis 24 horas
  • Materiais completos antes da partida, inclusive um mapa e uma leitora antártica informativa
  • Traslados de grupos do hotel até o barco no porto de embarque e do barco ao aeroporto local depois do desembarque, mais todo o carregamento da bagagem do barco
  • Todos os impostos de serviços diversos e os gastos portuários durante o programa

Contate-nos Reservar Baixar PDF