CENTRO, CUJO E NORTE DA ARGENTINA

Viagem ao Centro Norte da Argentina atravessando as províncias de Mendoza, San Juan, La Rioja, Catamarca e Córdoba. Visitamos adegas em Mendoza, Canyon do Rio Atuel, Canyon do Talampaya, Valle de La Luna, Valle de Calingasta, Pampa El Leoncito, Jáchal, El Rodeo, La Cuesta del Portezuelo em Catamarca e desfrutamos dos atrativos que nos depara Córdoba como o Valle de Calamuchita, La Cumbrecita, entre outros.

Mendoza, San Juan, La Rioja, Catamarca & Córdoba em 21 dias

21 dias - 20 noites

Uma viagem realmente maravilhosa que percorre o centro-oeste da Argentina, começando por Mendoza – onde fazemos o caminho do vinho, vamos ao Cañon del Atuel e depois a San Juan, ao Valle de la Luna, Valle de Calingasta e Pampa El Leoncito. O próximo lugar a ser visitado é La Rioja, com o Talampaya. Chegamos até Catamarca e Cuesta del Portezuelo e, como despedida, descobrimos Córdoba.

Mendoza, San Juan, La Rioja, Catamarca & Córdoba em 21 dias

21 dias - 20 noites

  • Alojamento Quartos Duplos com a categoria do hotel selecionado
  • Transferências detalhadas no itinerário
  • Excursões regulares detalhadas no itinerário (exceto opcional)
  • Passagens aéreas de cabotagem
  • Guia de espanhol bilíngüe inglês
  • Coordenação Permanente

Dia 1 - Mendoza Noturna

Bem-vindo à Argentina. Traslado do Aeroporto Internacional Ezeiza e traslado no Aeroporto Jorge Newbery da cidade de Buenos Aires. Recepção e traslado no aeroporto de Mendoza ao hotel.

À noite, descobrimos outra Mendoza, iluminada pelas luzes que dão outra cara à cidade de Cuyo. O calçadão, as praças e o bairro Cívico sobressaem com as luzes resplandecentes ao entardecer. Da rua Espanha vamos às praças San Martín, Independencia e Espanha. No Bairro Cívico temos a Casa do Governo e o Palácio da Justiça, e entrando na rua Belgrano circulamos paralelamente às vias da estrada de ferro que ia de Buenos Aires a Mendoza.

A grande estrela da noite é a Avenida Arístides Villanueva: essa avenida tem vida própria, devido ao grande movimento comercial e ao nível gastronômico variado oferecido. Depois, vemos o Parque General San Martín, com seus mais de 300 hectares, onde desfrutamos de suas principais atrações: o Rosedal, o Lago de Regatas, a Fonte dos Cinco Continentes e Los Portones. Regressamos ao centro pela senhorial Avenida Emilio Civit, zona exclusivamente residencial. Opcionalmente, podemos continuar desfrutando da grande noite com um show de Tango ou uma degustação dos grandes vinhos de Mendoza, de excelência e qualidade mundial.

Dia 2 - Vinhedos de Altura: Vale de Uco - Cerro Ponta Negra

Café da manhã no Hotel. Começamos a viagem ao sul da província de Mendoza, ao Vale de Uco; cruzamos o rio homônimo e chegamos a Tunuyán para conhecer adegas que elaboram vinho artesanal de renome mundial. Tunuyán, Tupungato e San Carlos são uma síntese de céu azul, longos bosques e montanhas nevadas, onde é criada uma área formidável para a produção de vinho de altura, único por sua qualidade: uvas cultivadas entre 1.000 e 1.500 msnm. Atualmente essas zonas estão cobertas de vinhedos irrigados com alto nível tecnológico, onde é utilizada a técnica de micro oxigenação do vinhoÉ o caso da adega Lurton, onde visitamos sua fabricação de vinhos orgânicos e seus vinhedos, com degustação.

Podemos desfrutar da vista do Vulcão Tupungato, com 6.800 metros de altura. Depois, vamos ao Manzano Histórico, lugar onde San Martín descansou no retorno da campanha libertadora do Chile e do Peru. O monumento El Retorno a la Patria foi feito em sua memória, o qual curiosamente mostra a San Martín vestido de civil. Nosso caminho continua até Arroyo Grande, no Paso del Portillo Argentino onde dilucidamos o Cerro Punta Negra, com 4.400 metros. Seguimos por um caminho ziguezagueante entre os Pinares de Wosso até chegar à adega Salentein, visitamos suas instalações, o restaurante no centro cultural Kilka e sua cava impressionante, onde descansam barricas de envelhecimento. Terminamos nosso itinerário regressando a Mendoza.

Nota: O desenvolvimento do programa está condicionado ao estado das rodovias, da neve, do trânsito e do fechamento temporário das adegas devido à manutenção anual.

Dia 3 - Pela Cordilheira dos Andes por Villavicencio

Vamos à Cordilheira dos Andes, pelo caminho de Villavicencio, atingindo o ponto mais alto da pré-cordilheira, em Cruz del Paramillo, a uns 3.000 msnm. Durante a viagem, vemos um monumento que representa a divisão do Exército de San Martín quando ia libertar o Chile. Ao entrar na pré-cordilheira vemos o Puesto de Vaquerías, entrada à Reserva Natural Villavicencio. No interior, está o Hotel Termas de Villavicencio, típico com seu estilo nórdico-escandinavo, que está fechado desde 1978. Eludimos várias curvas desde o Hotel Villavicencio até a Cruz, subindo pela pré-cordilheira até 3.200 msnm; no caminho podemos cruzar com guanacos, lebres, raposas e avistar o voo de algum condor.

Opcionalmente, podemos tomar o café da manhã em Uspallata e dali, começar o caminho de alta montanha. No percurso, vemos o Vale de Uspallata, a Ponte de Picheuta, marco são-martiniano, o Cerro do Aconcágua, Los Penitentes e a Ponte do Inca. Nosso caminho nos leva ao Parque Aconcágua, descendemos no ingresso ao parque para fazer um breve trekking até dilucidar a parede sul e a Laguna de Horcones. Continuamos até a vila de fronteira de Las Cuevas, onde está a velha estação ferroviária, podemos almoçar (não está incluído) e, se o clima permitir, subimos até o Monumento do Cristo Redentor, localizado a 4.200 msnm sobre o Cerro Santa Elena. O Embalse de Potrerillos – que está entre os altos cumes – nos deixará maravilhados. Regressamos a Mendoza.

Dia 4 - Canhão do Rio Atuel

Café da manhã no Hotel. Saímos de San Rafael em direção à Cuesta de los Terneros para ir ao Dique Valle Grande e ao Rio Atuel. Paramos no mirante São Francisco de Assis para ter uma vista formidável da cidade e do do canyon. Depois de vários kilômetros entramos em El Nihuil, que nos impacta pela profundidade de seu lago. Descansamos e aproveitamos para almoçar (não incluído).

Vamos ao Cañón del Atuel, e nos sentiremos impactados pela beleza pura, típica do ecossistema andino, produto da ação erosiva do vento e da água, criando obras naturais esculturais, traduzidas em imponentes geoformas, um trabalho caprichoso da mãe natureza que realizou figuras como o Museu de Cera, o Lagarto, Os Monstros, Os Jardins Suspensos ou A Cidade Encantada, entre outros. O canyon está formado pelo rio Atuel, açude Valle Grande e El Nihuil. Fazemos uma breve caminhada pelo canyon para chegar ao povoado de Valle Grande. Quem desejar pode praticar ecoturismo, rafting, rappel ou fazer um passeio de barco (essas atividades devem ser contratadas no destino).

Opcional: Rafting em Mendoza

O Rio del Cañón del Atuel é sinônimo de rafting e é famoso em todo o país graças às correntezas que possui e à transparência da água que combina com a beleza do lugar. O rio é navegável durante todos os meses, exceto em junho; o nível de dificuldade é 2, em base à escala internacional de 0 a 6, e a profundidade média é de 1,20 metros. As correntezas dos rios Atuel e Diamante são excelentes para a prática desse esporte; também pode ser praticado no rio Grande.

Dia 5 - Caverna das Bruxas

Café da manhã no Hotel. Vamos à Cidade de Malargüe, atravessando a cidade e percorrendo uns 60 kilômetros até chegar às cavernas. Durante o percurso, apreciamos a Cuesta del Chihuido e o Bosque Petrificado. Ao chegar, começamos uma caminhada de intensidade intermediária pelo interior da caverna, durante quase 2 horas. Utilizamos capacete e lanterna. No interior, encontramos estalactites e estalagmites, que são produtos da água que é filtrada e que com o passar do tempo criam diferentes figuras. Cada centímetro dessas estalactites e estalagmites demoram um pouco mais de 1.300 anos em ser constituídas, o que sugere que a Caverna das Bruxas tem alguns milhões de anos. Terminamos a viagem e regressamos a Malargüe, prévio passeio pela cidade, e voltamos à Mendoza.

Nota: aconselhamos levar roupa leve e jaqueta ou pulôver já que no interior das cavernas faz aproximadamente 10ºC, bem como, calçado de trekking. Crianças maiores de 5 anos e menores de 8 anos podem entrar na primeira sala. Os menores de 5 anos estão proibidos de ingressar nas cavernas.

Dia 6 - San Juan, Dique de Ullum & Cavas de Zonda

Traslado para o terminal de ônibus na cidade de Mendoza. Recepção e traslado para o terminal de ônibus na cidade de San Juan ao hotel.

Conhecemos os principais lugares de interesse da cidade de San Juan, que estão no centro-norte do Valle del Tulum. Essa cidade foi praticamente destruída pelo terremoto de 1944, por isso é uma das cidades mais novas da Argentina. É a cidade natal de Domingo Faustino Sarmiento, presidente da Argentina e grande realizador na educação pública. As maiores atrações de San Juan são o Embalse de Ullum, a Quebrada de Zona e o Caminho do Vinho.

Em nossa visita podemos conhecer a Casa Natal de Sarmiento, que é a única testemunha colonial conservada na cidade: possui 9 salas, três quartos de serviço e 2 pátios, que respeitam a distribuição das casas da época. Outro lugar para ser visitado é a Catedral, em honra a São João Batista: é uma das igrejas mais modernas já que a primeira foi feita em 1712 pela Companhia de Jesus e foi reconstruída em 1979 devido ao terremoto. Outros lugares de interesse são o Auditório Juan Victoria, que é um lugar cultural por excelência, o Museu Sanmartiniano, entre outros. Depois visitaremos o dique de Ullum e Cavas de Zonda, onde degustamos vinhos de primeira qualidade de San Juan.

Dia 7 - Barreal, Vale de Calingasta & Pampa del Leoncito (Observatorio Astronômico)

Saímos de Pampa del Leoncito e vamos ao Observatório Astronômico e ao Cerro Alcázar. O caminho é montanhoso, vemos o cerro Villicúm, chegamos no povoado de Talacasto, prévio haver passado pela Quebrada de las Burras; depois, entramos em Calingasta para chegar a Barreal. De Barreal vamos à Pampa del Leoncito, onde é praticado windcar ou carro a vela, graças aos ventos que sopram a mais de 80 km por hora. O carro a vela é um carro pequeno com 2 rodas de carro na parte traseira e 1 roda de moto na frente e tem um mastro que, geralmente, é de aluminio – para que seja mais leve e possa se mover com mais impulso.

Pampa del Leoncito é também chamado Barreal Blanco. É uma estrutura geológica perto do povoado de Barreal, onde foi criada uma reserva natural. É uma planicie com solo árido e rachado, de 15 kilômetros de longitude e 5 kilômetros de largura; antigamente era o fundo de um lago, sem nenhum tipo de vegetação, e é parecido a uma teia de aranha. A vista é atípica e a cor branca é muito profunda. Podemos ver o cerro mais elevado de San Juan: Cerro Mercedario, com seus imponentes 6.772 metros.

Depois de almoçar em Barreal, o centro de turismo mais importante do vale (é um povoado com ruas de terra e lindos álamos) visitamos o complexo astronômico El Leoncito. É um observatório que está aos pés da cordilheira, a 2.500 msnm, na Reserva Astronômica de San Juan, e ocupa quase 70.000 hectares - é um lugar excelente para a observação espacial. De volta a San Juan desfrutamos de uma vista espetacular do Cerro Alkázar.

Dia 8 - Jáchal, Dique Cuesta del Viento e Rodeo

Pegamos a rota 40 e vamos ao norte da província de San Juan, deixando para atrás o rio San Juan, e passamos por povoados como Albardón, Matagusanos, Talacasto e pelo cerro Villicúm para chegar à cidade de San José de Jáchal, onde conhecemos as culturas indígenas no museu. Mudamos de itinerário e vamos a oeste, para a pré-cordilheira central, por um caminho montanhoso, descobrindo vistas especiais.

Conhecemos Cuesta del Viento – um lugar próprio para a prática de esportes náuticos como o windsurf, depois vamos a Rodeo, um pequeno povoado de montanha que está próximo do Dique Cuesta del Viento, uma represa hidroelétrica que possui um espelho d’água cristalina e de cor turquesa.

Continuamos nosso itinerário até Pismanta, onde está o famoso complexo termal e se mistura o árido do deserto com o verde do oásis: é um dos lugares mais bonitos de San Juan. Suas águas termais possuem propriedades curativas, terapéuticas e rejuvenecedoras, e são ideais para o reumatismo e as afecções dermatológicas. Retornamos à capital de San Juan por Las Flores e Bella Vista, por um caminho de pré-cordilheira; subindo a ladeira chegamos à zona mais elevada em El Colorado. Em Talacasto, retomamos a rota 40 para entrar em San Juan.

Dia 9 - Parque Provincial Ischigualasto: Vale Fértil & Vale da Lua

Vamos ao Valle Fértil, prévio passar pelo Santuário de la Difunta Correa, no povoado de Vallecito, San Juan. Há uma grande devoção popular por parte dos católicos, apesar dela não ser reconhecida pela Igreja Católica. Os seguidores crêem em seus milagres e a consideram uma santa popular, venerada como uma deusa. Chegamos ao Parque Provincial Ischigualasto para descobrir o Valle de la Luna e suas cinco estações.

Esse parque tem 62.000 hectares de extensão e está a 330 kilômetros da capital de San Juan. Possui um considerável patrimônio geológico e paleontológico e foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2000. Ischigualasto pertence ao período Triásico há 300 milhões de anos e é uma representação fiel dessa época, onde os primeiros mamíferos e dinossauros se propagaram. Nessas terras foi encontrado um dos dinossauros mais antigos, Eoraptor Lunensis. Suas geoformas principais são: El Gusano, Valle Pintado, Cancha de Bochas, Submarino, El Hongo e Los Colorados. À tarde voltamos ao Valle Fértil, onde nos hsopedaremos.

Dia 10 - Laguna Brava: A perfeição natural

Dia livre em Vale Fértil. Recomendamos como atividade opcional ir a Laguna Brava: A perfeição natural.

Opcional: Laguna Brava

Dedicamos todo o dia para viajar a um lugar único e imperdível: a Laguna Brava, a mais de 4.400 msnm: forma parte de um sistema de lagunas andinas de águas salinas de pequena profundidade e está rodeada pelos vulcões mais altos do mundo. Existe uma importante biodiversidade devido à presença de pantanais, vemos populações de aves aquáticas endêmicas como flamingos e flamingos-andinos (Phoenicoparrus andinus).

Também é o refúgio da vida silvestre de camelídeos como guanacos e vicunhas; podemos ver condores, mulas e raposas. Sua forma varia a medida que vamos subindo e sua beleza se deve a que é uma laguna em plena cordilheira, de cor azul diáfano rodeada de flamingos-rosados, o que cria uma paisagem que nos faz lembrar das lagunas altiplanas de Atacama: parece que foi desenhada, como se as montanhas tivessem sido esculpidas pela ação do vento e pintadas com uma mistura de cores mágicas e, como pano de fundo, há um céu perfeito, que combina com seu azul forte. As neves eternas dão um toque especial, apesar do verde inexistente que faltaria para finalizar esse lugar impecável devido à falta de vegetação.

Dia 11 - Parque Nacional Talampaya, La Rioja

Acordamos cedo para sair da província de San Juan e ir à província de La Rioja, em direção à Villa Unión, para visitar o Parque Nacional Talampaya. Villa Unión conta com 6.000 habitantes e está em um vale entre a pré-cordilheira e o formidável cordão montanhoso de Famatina, a 60 kilômetros do parque. Talampaya é uma reserva natural que contém jazidas de valor arqueológico-paleontológico devido à grande quantidade de fósseis encontrados, como por exemplo do Lagosuchus Talampayensis, dinossauro da era mesozóica.

Resumindo, esse parque é produto dos intensos movimentos tectônicos e da erosão eólica produzida durante milhões de anos. Abarca 215.000 hectáres, é famoso por suas escarpas de rocha avermelhada e as diferentes figuras esculturais ocasionadas pela erosão do vento, lugar onde habitam condores. Suas rochas datam do período Triásico, na Era Mesozóica, e registram as pegadas dos primeiros dinossauros. Retornamos a San Juan, cruzando a majestosa Cuesta de Huaco.

Dia 12 - Chilecito, Cuesta del Miranda, Nonogasta

Nos despedimos de Villa Unión e vamos a La Rioja pela Cuesta de Miranda, que está nas Serras de Famatina e Serras de Sañogasta. A colina é um dos poucos caminhos em bom estado e une o Valle de Chilecito a Cuyo – esse é o caminho obrigatório.

A Cuesta de Miranda tem uma paisagem marcada por diferentes tons avermelhados, é uma trilha que desenha sua silhueta entre a serra e o canyon do rio homônimo, terminando o percurso de cornija com incríveis curvas e barrancos. Antes, entramos em Chilecito - segunda cidade mais importante de La Rioja e que se encontra no Valle Antinaco – Los Colorados e está escondido entre as Serras Velasco e Famatina. É uma zona dedicada à indústria vitivinícola e à plantação de nogueiras e árvores frutíferas. À tarde, chegamos à capital.

Dia 13 - Povos da La Rioja (A Costa Riojana): Sanagasta, Huaco, Chuquis, Anillaco...

Vamos a recorrer la costa riojana, de trata de las principales poblaciones de La Rioja. El mayor encanto lo brinda el cordón montañoso de la sierra del Velazco, que nos acompañara durante todo nuestro recorrido, encontrando lugares llenos de vida, colores, una paz que detiene el tiempo, el microclima que nos pone en contacto con la naturaleza. Las Peñas es el primer pueblo con sus casas de adobe sobre peñones de granito y la iglesia de San Rafael. Luego viene Agua Blanca, famosa por sus dulces caseros Sigue el pueblo de Pinchas, lleno de frutales, hortalizas y nogales. En sus tiendas artesanales, se pueden conseguir mantas de llama o vicuña.

Chuquis es conocida por que se encuentra el solar de Pedro de Castro Barros, actualmente es un museo regional. Continúa el pueblo de Aminga, con casonas, quintas y bodegas hechas con muros elevados de pircas. En su plaza principal está el Mercado Artesanal y la iglesia de La Merced. Una vez más sobre la ruta, alcanzamos a reflexionar sobre la alegría y la tranquilidad que se perciben en el aire de cada una de estas localidades. Llegamos a Anillaco, el más moderno de los pueblos de la costa riojana con calles de asfalto y grandes propiedades de viñedos ideales para degustar vinos de alta calidad o vinos pateros.

Avanzamos hasta Los Molinos con sus fincas de nogales, olivos, almendros y membrillos. Sigue Anjullón, con la iglesia más bella de la costa riojana, que data de 1896, de estilo italiano. Más tarde está la localidad de San Pedro y finalmente Santa Vera Cruz, que está sobre la montaña. Sobresale en el viaje el Castillo de Dionisio Aizcorbe.

Dia 14 - Catamarca & Cuesta del Portezuelo

Café da manhã no Hotel. De manhã, conhecemos a cidade de Catamarca, desde a Basílica, o Paseo de la Fe, a Plaza 25 de Mayo, o Convento de San Francisco e o Mercado Artesanal. À tarde, vamos à Cuesta del Portezuelo, chegando ao Dique Las Piquitas. Cuesta del Portezuelo é um longo e lindo caminho sinuoso, em zig-zag, e atinge quase 1.700 msnm, de onde temos vistas panorâmicas espetaculares do Valle de Catamarca atravessado pelo Rio Paclín e da Sierra de Ambato. Essa ladeira foi imortalizada no samba Paisaje de Catamarca, interpretado pelo famoso grupo argentino de folclore Los Chalchaleros. Durante a viagem, conhecemos diversos povoados que estão à beira do caminho.

Dia 15 - Saída de Catamarca a Córdoba

Café da manhã no Hotel. Traslado ao terminal de ônibus de Catamarca. Recepção e traslado no terminal de ônibus de Córdoba ao hotel.

Dia 16 - Conhecendo a Cidade de Córdoba

Começamos percorrendo a cidade de Córdoba e durante a excursão, vemos a influência arquitetônica dos anos coloniais que contrastam com os desenhos modernos. Os lugares de interesse são: a Plaza San Martín, que é a antiga Plaza Mayor, caminhamos até o centro histórico e cultural da cidade, que hoje é o microcentro e onde se destaca a Catedral, o Cabildo, o Convento Santa Catalina, a Cripta del Noviciado, o Oratorio del Obispo Mercadillo, a Igreja da Companhia de Jesus (fundada por San Ignacio de Loyola, está na Manzana Jesuítica, em pleno centro) e o Colégio Nacional Monserrat – é o segundo mais antigo da Argentina depois do Colégio da Imaculada Conceição, em Santa Fé, que data de 1687 e onde funcionou a primeira imprenta do país. A viagem continua até a Igreja do Sagrado Coração dos Padres Capuchinos, que se destaca por sua arquitetura neogótica desenhada pelo italiano Augusto Ferrari; vamos ao bairro Nueva Córdoba, ao Parque Sarmiento e à Cidade Universitária, até chegar ao centro da urbe. Finalmente, passamos pelo estádio Chateau Carreras e outras atrações. Regressamos ao hotel após terminarmos o circuito.

Dia 17 - Villa Carlos Paz

Café-da-manhã no Hotel. Dia livre para descansar ou praticar atividades opcionais. Pode-se realizar caiaque em Los Molinos, fazer uma cavalgada serrana, trekking pelo Parque Nacional Quebrada del Condorito ou fazer 4x4 Overland pelas Altas Cumbres ou no Cerro Champaquí.

Opcional - Villa Carlos Paz

Conhecemos Villa Carlos Paz, passando primeiro pelo povoado serrano de La Calera; depois, continuamos o itinerário beirando as margens do rio Suquía pelo "Caminho de las Cien Curvas" até nos aproximarmos do Dique San Roque. Paramos para visitá-lo, vemos o desaguadouro e a linda vista que o lago nos oferece. Continuamos nosso caminho subindo até chegar à Villa Carlos Paz, que está no Valle de Punilla, à beira do Lago San Roque e aos pés das Altas Cumbres. É o lugar turístico mais importante da Província de Córdoba, e foi fundada em 1915. Regressamos à Cidade de Córdoba pela Rodovia Ingeniero Allende Posse.

Dia 18 - O Caminho das Estâncias Jesuítas

Café da manhã no Hotel. Começamos nossa viagem bem cedo, pelos caminhos cordobeses, conhecendo a cidade de Jesús María, seguindo o mesmo traçado do antigo Caminho Real ao Alto Perú. Visitamos o Museu Jesuítico de Jesús María, uma estância jesuíta do século XVII, o Anfiteatro de Doma e Folclore, Colonia Caroya, que é um povoado de imigrantes italianos, famoso pela elaboração de enlatados e doces. Também entramos à Casa Caroya, lugar onde funcionou a primeira fábrica de armas brancas, que data de princípios do século XIX. Na Casa Caroya se hospedaram o General Belgrano e o General Don José de San Martín, Pais da Pátria. Depois, vamos à Igreja e à estância Santa Catalina e, mais tarde, iremos à localidade de Asconchinga. Seguindo na direção sul conheceremos El Manzano, Salsipuedes e Rio Ceballos. Finalmente regressamos à cidade de Córdoba.

Por volta do ano 2000, a Unesco recomendou designar como Patrimônio da Humanidade  ao chamado Camino de las Estancia y la Manzana Jesuítica de Cordoba. Os monumentos que se encontram nesse trecho definem as origens, avances e consolidação da obra da Companhia de Jesus em toda América do Sul. Esse sistema de monumentos é composto por: La Manzana Jesuítica de Córdoba em conjunto com a Igreja da Companhia de Jesus, o Reitorado da Universidade Nacional e o Colégio Monserrat. Mas no Camino de las Estancias encontramos outras obras que formam parte desse sistema como a Estância Santa Catalina, La Capilla de Candonga, La Casa del Virrey Liniers (ex estância de Alta Gracia) e a estância de La Candelaria. Todas essas obras arquitetônicas são o fiel depoimento do sistema sócio-econômico, cultural e religioso de Córdoba, em quase mais de 200 anos. Sistemas contextuais como esse só podemos ver nas Missões Jesuítas da província de Misiones. Esse sistema territorial conserva sua integridade até o dia de hoje e foi fundamental na estrutura e manutenção da organizaçãao cultural da Espanha na América do Sul.

Dia 19 - Vale de Calamuchita

Café da manhã no Hotel. Vamos ao Valle de Calamuchita, em direção à cidade de Alta Gracia, que fica a 35 kilômetros da capital provincial. Alta Gracia está no Valle de Paravachasca, é um lugar turístico por excelência onde, antigamente, havia uma estância jesuítica. Ao chegar, visitamos o Museu Estância Jesuítica e a Casa do Virrey Liniers, de 1588, o característico Tajamar – também construído pelos jesuítas em 1643 como reserva aquífera para a irrigação dos cultivos, onde, no final, há uma laguna. O itinerário da viagem continua atravessando diferentes povoados serranos, que estão por todo o vale, como Anisacate, Villa La Bolsa, La Serranita, Villa Ciudad de América; seguindo pela atraente trilha montanhosa, chegamos ao Dique Los Molinos. Continuamos até Villa General Belgrano, localizada no Valle de Calamuchita. Caracteriza-se por sua arquitetura bávara, produto da imigração alemã (na maioria) além de suiços, italianos e austríacos. O ambiente natural é realmente lindo: vemos bosques de coníferas e carvalhos acompanhados de rios que definem a paisagem serrana. À tarde regressamos à cidade de Córdoba

Dia 20 - Traslasierra, Caminho das Altas Cumbres: Mina Clavero & Cura Brochero

Café da manhã no Hotel. Saímos da capital cordobesa pelo mesmo caminho que nos levou à Villa Carlos Paz. Vamos até San Antonio de Arredondo e Icho Cruz para entrar no Camino de las Altas Cumbres. A viagem atravessa Copina, La Pampilla e El Cóndor, o ponto mais alto do itinerário. No percurso vemos a Pampa de Achala, que se estende na imensidão das Serras de Córdoba, definindo a típica paisagem agreste da região. É uma zona muito escarpada, com pouca vegetação e se encontra a 1.500 msnm. É formada pelas Cumbres de Achala e pela Sierra de Comechingones. É uma zona de riachos profundos (Quebradas) e o mais importante é a Quebrada del Condorito. Fazemos uma parada na nascente do rio Mina Clavero. Depois, descemos até chegar ao povoado homônimo, que é o centro turístico do Valle de Traslasierra, característico por suas paisagens naturais e suas belas praias. Conhecemos, também, o povoado de Cura Brochero, seguindo até Nono, Las Rabonas e Los Hornillos. Cura Brochero tem esse nome devido a José Gabriel Brochero, mais conhecido como o Cura Gaucho. No regresso, temos uma vista maravilhosa do Dique la Viña. Regressamos a Córdoba.

Dia 21 - Buenos Aires

Café da manhã no hotel. Traslado ao Aeroporto da Cidade de Córdoba. Recepção no Aeroporto Jorge Newbery da Cidade de Buenos Aires. Traslado ao Aeroporto Internacional de Ezeiza. Fim de nossos serviços.


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