CUJO E NORTE DA ARGENTINA

Anexamos a Província de Catamarca viajando até a Cuesta del Portezuelo, e entramos em um lugar mágico e encantador: Laguna Brava, onde vemos os 2 encantos naturais da região: O Talampaya e o Valle Fértil, em La Rioja e San Juan respectivamente. Também conhecemos as capitais dessas 4 lindas províncias do centro-norte da Argentina.

Mendoza, San Juan, La Rioja & Catamarca em 14 dias

14 dias - 13 noites

Vamos ao Valle de La Luna em San Juan, al Talampaya em La Rioja, Jachal, Rodeo...

Mendoza, San Juan, La Rioja & Catamarca em 14 dias

14 dias - 13 noites

  • Alojamento Quartos Duplos com a categoria do hotel selecionado
  • Transferências detalhadas no itinerário
  • Excursões regulares detalhadas no itinerário (exceto opcional)
  • Passagens aéreas de cabotagem
  • Guia de espanhol bilíngüe inglês
  • Coordenação Permanente

Dia 1 - Conhecendo Mendoza

Bem-vindo à Argentina. Traslado do Aeroporto Internacional Ezeiza e traslado no Aeroporto Jorge Newbery da cidade de Buenos Aires. Recepção e traslado no aeroporto de Mendoza ao hotel.

Dedicaremos meio dia para conhecer Mendoza, que é famosa por suas árvores legendárias, amplas calçadas e extrema ordem e limpeza. Ela foi fundada há mais de 400 anos pelos primeiros colonizadores e tem muita história e cultura. Conheceremos La Alameda, a zona Histórica onde Pedro del Castillo fundou essa cidade em 1561, lugar onde se concentravam os comércios e a vida cívica, até que desapareceu com o terremoto de 1861. Nesse lugar, hoje está o Museu de Área Fundacional; antigamente, estava o Cabildo.

Há vestigios do que foi a Igreja de São Francisco. Vamos até a cidade nova, pos-terremoto. Percorremos suas avenidas principais, o micro-centro, a Praça Independência, o Bairro Cívico com a Casa do Governo, o Palácio de Justiça e o Parque General San Martín, percorrendo a Avenida Civit, ingressamos pelos Portones. No parque, apreciamos seus lindos bosques, o Rosedal perto do lago e os clubes da área. Vemos os Cavalinhos de Marly – réplica dos originais parisienses, a Fonte dos Continentes, entre outros. Depois, subimos até o Cerro de La Gloria onde está o monumento ao Exército Libertador e, bem próximo, o teatro grego Frank Romero Day.

Dia 2 - Caminho às orígens do vinho: Enoturismo em Mendoza

Começamos esse itinerário percorrendo, em Maipú, berço do vinho e oliveiras, prestigiosos vinhedos da província de Mendoza, como por exemplo a adega La Rural - Ruttini, onde podemos conhecer seu museu e descobrir o vinho San Felipe, engarrafado em cantil. Se for um domingo veremos outra adega, de produção artesanal. Depois iremos à adega Zuccardi para degustar os vinhos Santa Julia – essa família obteve, em 2007, o prêmio Best of the Great Wine Capitals, em reconhecimento à sua trajetória. Ao redor do meio-dia almoçamos na Casa do Visitante, onde se alojam as cavas e o restaurante.

Dia 3 - Canhão do Rio Atuel

Café da manhã no Hotel. Saímos de San Rafael em direção à Cuesta de los Terneros para ir ao Dique Valle Grande e ao Rio Atuel. Paramos no mirante São Francisco de Assis para ter uma vista formidável da cidade e do do canyon. Depois de vários kilômetros entramos em El Nihuil, que nos impacta pela profundidade de seu lago. Descansamos e aproveitamos para almoçar (não incluído).

Vamos ao Cañón del Atuel, e nos sentiremos impactados pela beleza pura, típica do ecossistema andino, produto da ação erosiva do vento e da água, criando obras naturais esculturais, traduzidas em imponentes geoformas, um trabalho caprichoso da mãe natureza que realizou figuras como o Museu de Cera, o Lagarto, Os Monstros, Os Jardins Suspensos ou A Cidade Encantada, entre outros. O canyon está formado pelo rio Atuel, açude Valle Grande e El Nihuil. Fazemos uma breve caminhada pelo canyon para chegar ao povoado de Valle Grande. Quem desejar pode praticar ecoturismo, rafting, rappel ou fazer um passeio de barco (essas atividades devem ser contratadas no destino).

Opcional: Rafting em Mendoza

O Rio del Cañón del Atuel é sinônimo de rafting e é famoso em todo o país graças às correntezas que possui e à transparência da água que combina com a beleza do lugar. O rio é navegável durante todos os meses, exceto em junho; o nível de dificuldade é 2, em base à escala internacional de 0 a 6, e a profundidade média é de 1,20 metros. As correntezas dos rios Atuel e Diamante são excelentes para a prática desse esporte; também pode ser praticado no rio Grande.

Dia 4 - Pela Cordilheira dos Andes, beirando o rio Mendoza

Nesse programa vamos pelas Rotas 40 e 7, que nos levam ao limite com o Chile, atravessando a Cordilheira dos Andes, beirando o leito do Rio Mendoza. Durante a travessia, passamos pelo Embalse de Potrerillos, contenedor das águas do Rio Mendoza e pelo Vale de Uspallata – que divide a pré-cordilheira da cordilheira. Fazemos um breve desvio para visitar a Ponte de Picheuta, um verdadeiro marco no caminho percorrido pelo General Don José San Martín com o Exército dos Andes, quando fez o Cruzamento dos Andes.

Temos uma vista do maciço andino mais imponente da América, o Cerro Aconcágua, com seus 6.962 msnm e vemos a Ponte do Inca, que é uma ponte natural com uma história famosa, e com a presença de águas termais. Paramos na entrada do parque para realizar uma pequena caminhada e ver o lado sul do Aconcágu,a e desfrutar da vista da Laguna de Horcones. A viagem continua pela Rota 7 e nos leva ao centro de esquí Los Penitentes até o povoado de Las Cuevas, no limite fronteiriço e, se o tempo for favorável, subimos ao Monumento do Cristo Redentor. Opcionalmente, podemos almoçar (não está incluído) para depois regressar à cidade de Mendoza.

Dia 5 - Tradição do Vinho Malbec: Adegas Industriais e Artesanais

Café da manhã no Hotel. Para encontrar um bom Malbec temos que viajar até Luján de Cuyo, que é para onde vamos. Paramos na Bodega Lagarde para um delicioso almoço gourmet acompanhado de vinhos da adega. O caminho nos conduz entre vinhedos, frutais e oliveiras, em direção a outra adega de produção artesanal. Essa empresa familiar dedica-se à produção de vinhos orgânicos. Continuamos nosso caminho vitivinícola e conhecemos uma adega industrial. E depois, visitamos uma fábrica de azeite de oliva. Na viagem, temos como pano de fundo as lindas montanhas do Cordón del Plata.

Nota: As prováveis adegas que podemos visitar são Lagarde, López ou Flichman principalmente e como estabelecimentos de produção artesanal Familia Cecchin, Cavas Don Arturo ou San Huberto, entre outras. O programa cobre a visita a 2 adegas.

Dia 6 - Rota do Vinho Sanjuanino: Vinhedos & Adegas

Transfer do hotel para o Terminal de ônibus de Mendoza. Recepção no Terminal de ônibus de San Juan e traslado para o hotel. Na tarde vamos visitar as adegas mais importantes da província de San Juan, onde teremos a possibilidade de degustar alguns dos vinhos premiados em todo o mundo, conhecendo o processo desde o seu início na mesma terra até sua chegada à mesa das famílias. Há dois caminhos de vinho em San Juan, a rota do sul que destaca vinhos, champanhe e bebidas espirituosas, elas são Vinhas de Segisa, Fabril Alto Verde, Miguel Más e Las Marianas. O outro caminho é o oeste, para conhecer a história do vinho de San Juan, as adegas e o Museu Santiago Graffigna, Merced del Estero que é uma adega boutique, além de instalações para a produção de nozes, azeite e vinagre de vinho.

Dia 7 - Barreal, Vale de Calingasta & Pampa del Leoncito (Observatorio Astronômico)

Saímos de Pampa del Leoncito e vamos ao Observatório Astronômico e ao Cerro Alcázar. O caminho é montanhoso, vemos o cerro Villicúm, chegamos no povoado de Talacasto, prévio haver passado pela Quebrada de las Burras; depois, entramos em Calingasta para chegar a Barreal. De Barreal vamos à Pampa del Leoncito, onde é praticado windcar ou carro a vela, graças aos ventos que sopram a mais de 80 km por hora. O carro a vela é um carro pequeno com 2 rodas de carro na parte traseira e 1 roda de moto na frente e tem um mastro que, geralmente, é de aluminio – para que seja mais leve e possa se mover com mais impulso.

Pampa del Leoncito é também chamado Barreal Blanco. É uma estrutura geológica perto do povoado de Barreal, onde foi criada uma reserva natural. É uma planicie com solo árido e rachado, de 15 kilômetros de longitude e 5 kilômetros de largura; antigamente era o fundo de um lago, sem nenhum tipo de vegetação, e é parecido a uma teia de aranha. A vista é atípica e a cor branca é muito profunda. Podemos ver o cerro mais elevado de San Juan: Cerro Mercedario, com seus imponentes 6.772 metros.

Depois de almoçar em Barreal, o centro de turismo mais importante do vale (é um povoado com ruas de terra e lindos álamos) visitamos o complexo astronômico El Leoncito. É um observatório que está aos pés da cordilheira, a 2.500 msnm, na Reserva Astronômica de San Juan, e ocupa quase 70.000 hectares - é um lugar excelente para a observação espacial. De volta a San Juan desfrutamos de uma vista espetacular do Cerro Alkázar.

Dia 8 - Jáchal, Dique Cuesta del Viento e Rodeo

Pegamos a rota 40 e vamos ao norte da província de San Juan, deixando para atrás o rio San Juan, e passamos por povoados como Albardón, Matagusanos, Talacasto e pelo cerro Villicúm para chegar à cidade de San José de Jáchal, onde conhecemos as culturas indígenas no museu. Mudamos de itinerário e vamos a oeste, para a pré-cordilheira central, por um caminho montanhoso, descobrindo vistas especiais.

Conhecemos Cuesta del Viento – um lugar próprio para a prática de esportes náuticos como o windsurf, depois vamos a Rodeo, um pequeno povoado de montanha que está próximo do Dique Cuesta del Viento, uma represa hidroelétrica que possui um espelho d’água cristalina e de cor turquesa.

Continuamos nosso itinerário até Pismanta, onde está o famoso complexo termal e se mistura o árido do deserto com o verde do oásis: é um dos lugares mais bonitos de San Juan. Suas águas termais possuem propriedades curativas, terapéuticas e rejuvenecedoras, e são ideais para o reumatismo e as afecções dermatológicas. Retornamos à capital de San Juan por Las Flores e Bella Vista, por um caminho de pré-cordilheira; subindo a ladeira chegamos à zona mais elevada em El Colorado. Em Talacasto, retomamos a rota 40 para entrar em San Juan.

Dia 9 - Parque Provincial Ischigualasto: Vale Fértil e Vale da Lua

Vamos ao Valle Fértil, prévio passar pelo Santuário de la Difunta Correa, no povoado de Vallecito, San Juan. Há uma grande devoção popular por parte dos católicos, apesar dela não ser reconhecida pela Igreja Católica. Os seguidores crêem em seus milagres e a consideram uma santa popular, venerada como uma deusa. Chegamos ao Parque Provincial Ischigualasto para descobrir o Valle de la Luna e suas cinco estações.

Esse parque tem 62.000 hectares de extensão e está a 330 kilômetros da capital de San Juan. Possui um considerável patrimônio geológico e paleontológico e foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2000. Ischigualasto pertence ao período Triásico há 300 milhões de anos e é uma representação fiel dessa época, onde os primeiros mamíferos e dinossauros se propagaram. Nessas terras foi encontrado um dos dinossauros mais antigos, Eoraptor Lunensis. Suas geoformas principais são: El Gusano, Valle Pintado, Cancha de Bochas, Submarino, El Hongo e Los Colorados. À tarde voltamos ao Valle Fértil, onde nos hsopedaremos.

Dia 10 - Parque Nacional Talampaya, La Rioja

Acordamos cedo para sair da província de San Juan e ir à província de La Rioja, em direção à Villa Unión, para visitar o Parque Nacional Talampaya. Villa Unión conta com 6.000 habitantes e está em um vale entre a pré-cordilheira e o formidável cordão montanhoso de Famatina, a 60 kilômetros do parque. Talampaya é uma reserva natural que contém jazidas de valor arqueológico-paleontológico devido à grande quantidade de fósseis encontrados, como por exemplo do Lagosuchus Talampayensis, dinossauro da era mesozóica.

Resumindo, esse parque é produto dos intensos movimentos tectônicos e da erosão eólica produzida durante milhões de anos. Abarca 215.000 hectáres, é famoso por suas escarpas de rocha avermelhada e as diferentes figuras esculturais ocasionadas pela erosão do vento, lugar onde habitam condores. Suas rochas datam do período Triásico, na Era Mesozóica, e registram as pegadas dos primeiros dinossauros. Retornamos a San Juan, cruzando a majestosa Cuesta de Huaco.

Dia 11 - Chilecito, Cuesta del Miranda, Nonogasta

Nos despedimos de Villa Unión e vamos a La Rioja pela Cuesta de Miranda, que está nas Serras de Famatina e Serras de Sañogasta. A colina é um dos poucos caminhos em bom estado e une o Valle de Chilecito a Cuyo – esse é o caminho obrigatório.

A Cuesta de Miranda tem uma paisagem marcada por diferentes tons avermelhados, é uma trilha que desenha sua silhueta entre a serra e o canyon do rio homônimo, terminando o percurso de cornija com incríveis curvas e barrancos. Antes, entramos em Chilecito - segunda cidade mais importante de La Rioja e que se encontra no Valle Antinaco – Los Colorados e está escondido entre as Serras Velasco e Famatina. É uma zona dedicada à indústria vitivinícola e à plantação de nogueiras e árvores frutíferas. À tarde, chegamos à capital.

Dia 12 - Povos da La Rioja (A Costa Riojana): Sanagasta, Huaco, Chuquis, Anillaco...

Vamos a recorrer la costa riojana, de trata de las principales poblaciones de La Rioja. El mayor encanto lo brinda el cordón montañoso de la sierra del Velazco, que nos acompañara durante todo nuestro recorrido, encontrando lugares llenos de vida, colores, una paz que detiene el tiempo, el microclima que nos pone en contacto con la naturaleza. Las Peñas es el primer pueblo con sus casas de adobe sobre peñones de granito y la iglesia de San Rafael. Luego viene Agua Blanca, famosa por sus dulces caseros Sigue el pueblo de Pinchas, lleno de frutales, hortalizas y nogales. En sus tiendas artesanales, se pueden conseguir mantas de llama o vicuña.

Chuquis es conocida por que se encuentra el solar de Pedro de Castro Barros, actualmente es un museo regional. Continúa el pueblo de Aminga, con casonas, quintas y bodegas hechas con muros elevados de pircas. En su plaza principal está el Mercado Artesanal y la iglesia de La Merced. Una vez más sobre la ruta, alcanzamos a reflexionar sobre la alegría y la tranquilidad que se perciben en el aire de cada una de estas localidades. Llegamos a Anillaco, el más moderno de los pueblos de la costa riojana con calles de asfalto y grandes propiedades de viñedos ideales para degustar vinos de alta calidad o vinos pateros.

Avanzamos hasta Los Molinos con sus fincas de nogales, olivos, almendros y membrillos. Sigue Anjullón, con la iglesia más bella de la costa riojana, que data de 1896, de estilo italiano. Más tarde está la localidad de San Pedro y finalmente Santa Vera Cruz, que está sobre la montaña. Sobresale en el viaje el Castillo de Dionisio Aizcorbe.

Traslado ao terminal de ônibus de La Rioja. Recepção no terminal de ônibus de San Fernando del Valle de Catamarca e traslado ao hotel.

Dia 13 - Catamarca & Cuesta del Portezuelo

Café da manhã no Hotel. De manhã, conhecemos a cidade de Catamarca, desde a Basílica, o Paseo de la Fe, a Plaza 25 de Mayo, o Convento de San Francisco e o Mercado Artesanal. À tarde, vamos à Cuesta del Portezuelo, chegando ao Dique Las Piquitas. Cuesta del Portezuelo é um longo e lindo caminho sinuoso, em zig-zag, e atinge quase 1.700 msnm, de onde temos vistas panorâmicas espetaculares do Valle de Catamarca atravessado pelo Rio Paclín e da Sierra de Ambato. Essa ladeira foi imortalizada no samba Paisaje de Catamarca, interpretado pelo famoso grupo argentino de folclore Los Chalchaleros. Durante a viagem, conhecemos diversos povoados que estão à beira do caminho.

Dia 14 - San Fernando del Valle de Catamarca

Café da Manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto de San Fernando del Valle de Catamarca. Recepção no Aeroporto Jorge Newbery da Cidade de Buenos Aires. Traslado ao Aeroporto Internacional de Ezeiza. Fim de nossos serviços.


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