ARGENTINA DO NORTE AO SUL EM 21 DIAS

Uma viagem pela Argentina, durante 21 dias, tão completo como o de 30 dias, com a diferença apenas de que não visitaremos Mendoza e a região de Cuyo, mas não deixaremos de descobrir o Norte Argentino e a incrível Patagônia, desde Bariloche até Ushuaia, sem deixar de visitar a Baleia Franca Austral.

Argentina do Norte ao Sul em 21 dias

21 dias - 20 noites

Argentina do Norte ao Sul em 21 dias

21 dias - 20 noites

  • Alojamento Quartos Duplos com a categoria do hotel selecionado
  • Transferências detalhadas no itinerário
  • Excursões regulares detalhadas no itinerário (exceto opcional)
  • Passagens aéreas de cabotagem
  • Guia de espanhol bilíngüe inglês
  • Serviço de emergência 24 horas
  • Coordenação Permanente

Dia 1 - Chegada em Buenos Aires

Bem-vindo à Argentina. Traslado do Aeroporto Internacional Ezeiza ao Hotel.

Dia 2 - City Tour Clássico pela Cidade de Buenos Aires

Café da manhã no Hotel. City Tour pelos lugares mais emblemáticos da cidade de Buenos Aires. Visitaremos o Congresso da Nação, a Praça de Maio, a Casa Rosada - que é a Casa do Governo, a Catedral e o Cabildo; todos se encontram ao redor da Praça. Veremos o Teatro Colón, que foi reinaugurado recentemente depois das obras de restauração realizadas pelo Governo da Cidade. Visitaremos também bairros históricos como San Telmo, onde à noite funcionam casas para dançar tango ou milongas; La Boca, onde foram assentados os primeiros imigrantes, sendo a grande maioria de origem espanhol e italiano e pararemos em Caminito. Outros bairros para serem percorridos são o bairro residencial Palermo, com seus lindos bosques e parques, Puerto Madero - o último e mais moderno de todos, onde as docas que estavam abandonadas foram reconstruídas, originando o bairro mais exclusivo da atualidade. A Recoleta é outro dos pontos de nossa excursão, onde se encontra o Cemitério rodeado de finas cafeterias, e também a Igreja del Pilar.

Dia 3 - Dia de Campo em uma Fazenda da Província de Buenos Aires

Café-da-manhã no Hotel. Viajaremos a uma fazenda que se encontra na província de Buenos Aires. Com um campo superior a 1.000 hectares, essa fazenda se dedica, principalmente, à agricultura, tendo como atividade secundária a promoção turística. Seremos recebidos com empanadas e vinho tinto. Poderemos realizar uma visita ao museu e à capela da Fazenda. No almoço, nos deleitaremos com um saboroso churrasco criolo. Poderemos ver um Show de Tango e Folclore, com malambo de boleadeiras (dança popular de sapateado, utilizando boleadeiras).

Algumas das atividades oferecidas são passeios em sulkys e cavalgadas, e podemos observar suas paisagens, os cultivos e o encanto inigualável do selvagem e rústico. Finalizamos nosso dia de campo com a exibição e disputa de conjuntos de música folclórica, corrida de anel ou corrida de cavalos, destrezas típicas do gaúcho que demonstram a notável relação existente entre o criolo e o cavalo.

Dia 4 - Partida para Iguaçu

Café da manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto Metropolitano Jorge Newbery da Cidade de Buenos Aires. Recepção e traslado do Aeroporto da Cidade de Puerto Iguazu ao hotel.

Dia 5 - Cataratas do Iguaçu: Argentina & Navegação fluvial pelo Rio Iguazú (Grande Aventura)

Cataratas do Iguaçu: Argentina

Faremos uma das mais interessantes e inesquecíveis excursões pelas passarelas que nos levam a conhecer as imponentes Cataratas do lado argentino, chegando até a Garganta do Diabo, uma obra da natureza que impressiona com suas águas furiosas, a 80 metros de altura. Desde o Circuito Inferior, poderemos apreciar a natureza abundante que nos rodeia, enquanto descemos pelas escadas que nos permitem ver o espetáculo destas cortinas de água rodeadas por uma vegetação densa. Passaremos pela queda Álvaro Núñez, desde onde teremos as primeiras vistas da Garganta do Diabo. Seguindo a trilha, nos encontramos com a ilha San Martín e a queda de mesmo nome e, já finalizando este caminho, com a queda Bosetti, Dos Hermanas. Poderemos contemplar este show de águas enquanto nos refrescamos, já que o choque dessas contra as rochas produzem um vapor que nos salpicará completamente.

Continuamos nosso circuito, desta vez na parte superior, onde percorreremos as mesmas quedas, mas com uma visão diferente das Cataratas e de seu arredor, também já nos vamos aproximando do nosso próximo ponto, o mais impactante, que nos orientará com o bramido das correntes de água. Chegaremos em trem até a estação Garganta do Diabo para recorrer um caminho serpenteante entre as ilhas e, deste modo, ter uma ampla vista deste grande espaço no meio da selva, criada, segundo a lenda, pela fúria do Deus do Rio Iguaçu.

Lua Cheia (opcional em Cataratas Argentinas) Faremos este passeio exclusivamente à noite, com plena lua cheia nos mostrando os sons e segredos da selva missioneira. Começamos partindo no Trem Ecológico até a Estação Garganta do Diabo, de onde já vamos percebendo os primeiros ruídos e murmúrios da natureza, criando um ambiente de mistério e magia. El espetáculo que se produz sobre as Cataratas com o arco-íris aparecendo entre as águas, com reflexo pela luz da lua, nos fará suspirar de emoção. Além disso, internados neste ambiente tão abrumador, captaremos os movimentos e sons dos animais que saem em busca de alimento. Depois de uma experiência tão magnífica, regressamos em trem até o centro de visitantes.

Navegação fluvial pelo Rio Iguazú (Grande Aventura)

Como uma atividade separada do percorrido pelas passarelas, poderemos embarcar em uma aventura na qual navegaremos até ingressar ao cânon do rio Iguaçu para depois percorrer 2 km de suas corredeiras e ter uma bela vista da Ilha San Martín. Rodearemos a mesma até chegar à queda homônima para emocionarmos e nos molharmos desde muito próximo. Regressaremos em veículos 4x4, percorrendo a densa selva que rodeia o Parque Nacional.

Dia 6 - Cataratas do Iguaçu: Brasil

Hoje nos espera um percurso extremamente lindo por uma passarela única de 1 km para ver desde outro ponto as Cataratas do Iguaçu do lado brasileiro. Durante este trajeto, além de poder conhecer um pouco mais sobre a fauna e flora, veremos um cartão postal único das cataratas, já que a área está mais espaçada no que se refere às quedas, porque a grande maioria se encontra do lado argentino, formando uma parede de água de 2700 metros de largura. Por isso, a Garganta do Diabo, deste lado reluzirá com todo seu esplendor até nos deixar maravilhados.

Além disso, esse lugar é hábitat de espécies raras de flora e fauna, algumas com risco de extinção, como a nutria gigante, o urso formigueiro, o jaguar, o cervo comum, o caimã amarelo. Poderemos encontrar também flores nativas, como orquídeas, bromélias e uma infinidade de borboletas.

Nota: Devemos ter em conta que este passeio só se realiza durante 5 dias ao mês durante o plenilúnio, dois dias antes, dois dias depois e durante o mesmo. Também devemos considerar que as vagas são limitadas para essa atividade e, obviamente, depende das condições climáticas do dia.

Dia 7 - Conhecendo Salta

Começaremos nosso tour pela cidade a partir da bonita Praça 9 de Julho, chamativa por seus canteiros enfeitados com um grande colorido e suas árvores frutais, que deixam sua fragância no ar de Salta. Da praça, teremos uma primeira visão da história e seu passado colonial, já que estaremos rodeados de seus edifícios antigos, como o Cabildo, a Catedral, a Igreja de São Francisco, o Convento de São Bernardo das Freiras Carmelitas, um dos edifícios mais antigos da cidade: a porta que dá entrada ao convento foi feita de madeira de algaroba talhada a mão por nativos em 1762; suas antigas casas completam o centro histórico, que hoje em dia são monumentos de grande importância.

Dali, nos dirigiremos à imponente e mais conhecida colina da cidade de Salta: o Cerro San Bernardo. No caminho, passaremos por suas ruas, chegando ao monumento de Güemes, um general argentino conhecido por seus ideais de liberdade, seu desprezo ao materialismo e seu amor à Pátria. Chegaremos no Parque San Martín, onde se encontra a estação de teleféricos, o meio pelo qual ascenderemos ao Cerro para ter uma panorâmica impressionante da cidade e seus arredores, com as colinas de fundo.

Depois, continuaremos em direção a um lugar realmente encantador, escolhido por suas maravilhosas atrações naturais e atividades diversas para realizar: a vila de verão de San Lorenzo, onde se encontra La Quebrada, um lugar ideal para passar o dia à beira do rio escutando seu som relaxante. O caminho nos conduz entre jardins floreados, mansões, castelos rodeados por colinas e onde se pode realizar cavalgadas, trekking e piquenique. Voltaremos à cidade, passando primeiro pelo Mercado Artesanal, onde poderemos adquirir lembranças dessa linda cidade, tais como peças em prata e cerâmica, tecidos rústicos de lã de lhama, artesanatos em couro, entre outros.

Dia 8 - Quebrada de Humahuaca

Café-da-manhã no Hotel. Hoje nos espera um dia repleto de história e paisagen, já que faremos o circuito à Quebrada de Humahuaca, visitando seus povoados pré-hispânicos que datam de centenas de anos atrás e alguns se mantiveram intactos, como se estivessem nos convidando a percorre-los para conhecer mais sobre eles. Para começar, a Quebrada de Humahuaca foi declarada Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade, em 2003.

Começamos atravessando o vale de Siancas pelo povoado de Gral. Güemes, para percorrer uma área de cultivo de cana de açúcar, tabaco e algodão, entre outros, e chegaremos à província limítrofe Jujuy e sua capital em um vale de 155 kilômetros de extensão, rodeado de colinas multicores, vegetação de zona árida e o rio Grande. Entraremos em uma zona de uma variedade incrível de tons marrons, verdes, ocres e vermelhos. Seguiremos à Yala, uma vila de verão, localizada no meio de montanhas, rios e lagunas, com edificações residenciais e casas de fim-de-semana; ali também se encontra o Parque Provincial Potrero de Yala que preserva as Lagunas de Yala onde pode-se fazer observação de aves. Começamos a ascender pela quebrada, passando por povoados detidos no tempo, que vão fazendo da paissagem um postal inesquecível.

Chegamos a Purmamarca, uma localidade pitoresca localizada aos pés do imponente e único Cerro de los Siete Colores, apresentando-nos suas gamas surpreendentes que se misturam com a tranquilidade do ambiente, sua vegetação e o azul do céu, ademais de centenas de ruínas das primeiras populações da região. Seguimos a Maimará, uma população que se encontra bem no centro da quebrada, ali poderemos apreciar a Paleta del Pintor, com seus cerros multicor fazendo homenagem a seu nome, Posta de Hornillos na qual se encontra um museu para vivenciar e ser testemunhas da vida pré-hispânica; continuamos em direção a Tilcara, localidade famosa por suas covas e ruínas de antigos povoados. Em Uquía, conheceremos sua pequena igreja, a qual é uma das mais antigas da área. Poderemos degustar pratos regionais saborosos e depois fazer um recorrido por onde se encontram os artesãos e adquirir seus artesanatos indígenas, tecidos rústicos de lhama e vicunha, acompanhados de seus habitantes tão amáveis e agradecidos.

Dia 9 - Vales Calchaquíes até Cafayate

Si farà la prima colazione in albergo. Continueremo il nostro viaggio per Cafayate, visitando le Valli Calchaquíe. Partiremo verso la città di Salta, passando per paesaggi variabili in ogni curva, ammirando dei colori splendidi come il rossiccio delle colline, l’ocra del pascolo asciutto, il grigio delle pietre, ed il verde del cactus. Raggiungeremo la diga Dique Cabra Corral, presso Coronel Moldes, un posto ideale per praticare degli sport acquatici, percorreremo delle località in cui si sviluppano delle attività agricole e di bestiame come a El Carril, dove vi si trovano diverse aziende raccoglitrici di tabacco, potendo anche osservare diverse piantagioni di fico, noce, e pesco, La Merced, dalle strade pulite e dagli spazi verdi che la fanno molto pittoresca, e Cerrillos.

Tutte queste località appartengono alla Valle di Lerma, dove si racconta, secondo le leggende che appaiono, che vi sono dei tesori che provengono dalle miniere, che furono trovati e nascosti da qualche parte fra le colline. Faremo una sosta a Alemanía, un villaggio isolato, impossibile non fermarci per ammirare le sue vecchie ville fra le colline verdi, la stazione ferroviaria che ormai non si usa più, adesso possiamo osservare una bellissima produzione artigianale, che ci offre l’opportunità di portarci un bel ricordo a casa di questo paese. Ci prepareremo a discendere attraverso le valli.

Saremo meravigliati quando entreremo nelle terre dalle formazioni curiose e molto attraenti, passando Quebrada de las Conchas, posto in cui potremo ammirare diverse figure come la Gola del Diavolo, l’Anfiteatro, posto incantevole in cui è possibile ascoltare l’eco di ogni suono in modo perfetto, ed anche dove si presentano diversi festival di folclore, l’Obelisco che da origine a una rupe isolata, i Castelli dal colore rosso intenso che fanno ricordare ai castelli del medioevo, la Gessaia con le sue formazioni di arenaria chiara, la Casa dei Pappagalli, poiché i muri di pietra hanno degli orifizi che diventano l’habitat del branco di pappagalli in estate, il Frate, il Rospo, e l’emozionante Gola del Diavolo di Salta, che ha la forma di una trachea umana, anche chiamata così dovuto al tono di colori diversi.

Visiteremo la Cattedrale Nuestra Señora del Rosario che contrasta con le colline sullo sfondo di diverse tonalità, poi percorreremo le cantine più tradizionali di questa bellissima città fra valli e colline abbellite con un colore verde straordinario, è la più importante delle Valli Calchaquíe, nota, in modo particolare, per i suoi vini torrontés (l’uva bianca), posto ideale per la sua temperatura e umidità che favorisce lo sviluppo di questa varietà di uva, dal sapore dolce e fruttato, insieme ai suoi formaggi di capra. Il nome della città ha origine in un antico asediamento indigena, e vuole dire “Sepoltura delle sofferenze”. Avremo il piacere di assaggiare alcuni vini appartenenti a queste cantine. Di seguito, visiteremo il Museo Archeologico, posto in cui vi si trovano diversi oggetti che appartenevano ai popoli indigeni, ciò aveva fatto che si facessero molte ricerche, scavi, restauri e la loro mostra.

Dia 10 - Vales Calchaquíes até Cachi

Café-da-manhã no Hotel. Daremos uma volta pelos Vales Calchaquíes, dessa vez por Cachi, passando em meio de paisagens extraordinariamente bonitos. Durante nosso percurso até essa cidade encantadora poderemos observar lindos pontos turísticos particulares, começando pela Quebrada del Escoipe, uma zona quase selvagem percorrida pelo rio homônimo e que cruza várias pontes até chegar à Costa do Bispo. Essa última é, também, uma obra da natureza, já que começamos a subida por um caminho em zig-zag e de cornija, rodeando-nos de colinas de um verde impactante, toda sua vegetação que, em contraste com o céu se torna um panorama indescritível. O ponto mais alto nesse trecho corresponde à Pedra do Moinho, a 3348 metros sobre o nível do mar e desde o qual teremos uma panorâmica única de Quebrada del Escoipe.

Uns dois kilômetros antes de chegar à Pedra do Moinho, poderemos apreciar o cartaz que nos indica que estamos no Parque Nacional Los Cardones que protege sua vegetação, como Pastizales de Neblina, Monte, Puna, Alta Montaña. Entre a fauna preservam-se espécies como o taruca, vicunha, guanaco, puma, raposa-colorada, lince-pardo, doninha, tatu, condor, pica-pau, lagartixas, coral, urutu, entre outros.

Depois de passar pelo ponto mais alto, Pedra do Moinho, chegaremos ao Vale Encantado, um lugar onde se misturam formas e cores e onde a ação do vento e da água esculpiram a paisagem em curiosas formas e relevos. Ali encontraremos um pequeno lago e pinturas rupestres em covas e aleros. Se tivermos sorte poderemos ver condores voando no céu. Mais tarde, chegaremos a um pequeno vale de ladeiras suaves e cobertas de pasto, aproveitado pelo gado bovino, com o qual é comum que nos cruzemos durante o caminho. Se continuamos mais alguns kilômetros, poderemos apreciar uma bacia fechada e a lagoa El Hervidero, lugar preferido pelos guanacos para pastar.

A Recta de Tin Tin será outro ponto inesquecível que observaremos durante nosso passo, já que se trata de uma linha perfeita de 18 kilômetros de onde podemos ver uma enorme quantidade de cardos, olhando à nossa direita o Cerro Tin Tin e à nossa esquerda o Cerro Negro. Atravessaremos esse antigo caminho inca para chegar a Payogasta, onde nos surprenderemos com o tapete vermelho e colorido que as plantações de pimentões formam, já descendendo ao povoado de Cachi, aos pés do Cerro Nevado e localizado entre o rio homônimo e Calchaquí. Lá, percorreremos suas ruas com edificações de um branco deslumbrante, suas casas de adobe e ruas de pedra, mas o que mais se destaca é a amabilidade e o tratamento das pessoas. Durante a tarrde, regressaremos à Salta.

Dia 11 - Partida para Puerto Madryn ou Mendoza

Café da manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto da Cidade de Salta. Recepção e traslado do Aeroporto da Cidade de Puerto Madryn ou Mendoza ao hotel.

Dia 12 - Península Valdés & Avistagem de Baleias ou Pela Cordilheira dos Andes, beirando o rio Mendoza

Opção Junho-Novembro
Península Valdés & Avistagem de Baleias (Baleia Franca Austral)

Café da manhã no Alojamento contratado. Percorreremos a Área Natural Protegida Península Valdés que está a 50km da cidade de Puerto Madryn, foi declarada como Patrimônio Natural da Humanidade, pela Unesco, e considerada um dos ecossistemas mais interessantes da Terra; lá, podemos encontrar a Baleia-franca-austral, orcas, leões-marinhos, elefantes-marinhos, pinguins magalhânicos e nandu-de-Darwin, entre outros.

O primeiro lugar que visitaremos é o Centro de Interpretação, observando a Isla de los Pájaros, uma reserva criada em 1967 a fim de proteger os grandes grupos de aves que habitam o lugar. Depois iremos a Puerto Pirámides, que está a uns 28km da cidade. Entre julho e novembro é possível ir em barcos infláveis para avistar a Baleia-franca-austral. Em junho e dezembro, a probabilidade se reduz notoriamente. Se for época de avistagem, embarcamos durante um pouco mais de 1 hora, utilizando coletes salva-vidas.

De Puerto Pirámides chegamos ao lugar de Elefantes-Marinhos de Caleta Valdés, passando por Gran Salitral, com uma superfície de 35 km2. Por último, vamos a Punta Norte, no extremo nordeste da península, se for época estival, e a Punta Delgada se for no restante do ano, a fim de ver as colônias de leões-marinhos e elefantes-marinhos, e em Punta Norte, se tivermos sorte, podemos chegar a ver orcas.

Nota sobre Avistagem de Baleias: É realizada entre os meses de Julho a Novembro. É recomendável levar roupa impermeável e blusão. Antes do início da viagem, oferecemos um assessoramento elementar prévio. Essa aventura está disponível para adultos e crianças.

Opção Dezembro-Julho
Pela Cordilheira dos Andes, beirando o rio Mendoza

Nesse programa vamos pelas Rotas 40 e 7, que nos levam ao limite com o Chile, atravessando a Cordilheira dos Andes, beirando o leito do Rio Mendoza. Durante a travessia, passamos pelo Embalse de Potrerillos, contenedor das águas do Rio Mendoza e pelo Vale de Uspallata – que divide a pré-cordilheira da cordilheira. Fazemos um breve desvio para visitar a Ponte de Picheuta, um verdadeiro marco no caminho percorrido pelo General Don José San Martín com o Exército dos Andes, quando fez o Cruzamento dos Andes.

Temos uma vista do maciço andino mais imponente da América, o Cerro Aconcágua, com seus 6.962 msnm e vemos a Ponte do Inca, que é uma ponte natural com uma história famosa, e com a presença de águas termais. Paramos na entrada do parque para realizar uma pequena caminhada e ver o lado sul do Aconcágu,a e desfrutar da vista da Laguna de Horcones. A viagem continua pela Rota 7 e nos leva ao centro de esquí Los Penitentes até o povoado de Las Cuevas, no limite fronteiriço e, se o tempo for favorável, subimos ao Monumento do Cristo Redentor. Opcionalmente, podemos almoçar (não está incluído) para depois regressar à cidade de Mendoza.

Dia 13 - Colônia de Pinguins de Punta Tombo com Vale Inferior / Farol Punta Ninfas. Elefantes & fósseis ou Cañón del Río Atuel

Opção Junho-Novembro
Colônia de Pinguins de Punta Tombo com Vale Inferior

Café da manhã no Hotel. Hoje visitamos a colônia de pinguins Magalhânicos mais importante da América do Sul: Punta Tombo, que está localizada ao sul do Vale Inferior do Rio Chubut. No princípio, há 50 anos, era uma reserva natural; 20 anos depois, foi considerada Área Protegida. Punta Tombo tem uma extensão de quase 3.000 metros por 500 metros de largura ao longo do Oceano Atlântico. Esse acidente natural é produto da aparição de estruturas rochosas cristalinas da era anterior à Jurássica, e tem suportado os embates da erosão produzida pelo mar. A existência de seixos e areia compacta são fatores chaves para a criação de ninhos. A temporada vai de princípios de setembro até abril, quando os pinguins emigram para formar seus ninhos e proteger seus filhotes.

Dependendo da época do ano podemos ver todo seu ciclo produtivo. Primeiro, aparecem os machos para criar o ninho ou rearmar o do ano anterior; para isso, aproveitam as covas naturais. Um mês depois, as fêmeas põem os ovos para chocá-los em um prazo de 40 a 45 dias. Nesse período, o macho vai em busca de alimentos. A princípios de abril, os filhotes já são bons nadadores e se alimentam por si mesmos. Antigamente essa área era um cemitério indígena, onde muitos Tehuelches habitavam e caçavam. Ao caminhar pela reserva, recomendamos que respeitem as trilhas sinalizadas e não se desviem do caminho.

Regressando da aventura entre pinguins, vamos ao vale inferior para conhecer o centro industrial e comercial da região: Trelew. Depois, vamos a Gaiman, a colônia galesa mais importante da Argentina, onde ainda são conservados os costumes e tradições, como o famoso chá galês e a torta negra galesa, bem como a torta de nozes, com frutas e o pão caseiro. Retornando pelo lado das chácaras, vemos as diferentes Capelas Galesas e os empreendimentos agro-turísticos.

Farol Punta Ninfas. Elefantes & fósseis

Café da manhã no Hotel. Excursionamos no extremo sul do Golfo Nuevo, onde está Punta Ninfas, um lugar excelente para desfrutar da vista panorâmica do golfo inteiro. É conhecido principalmente por seus visitantes pelo farol que leva seu nome. Esse Antigo Farol em Punta Ninfas é o refúgio principal dos Elefantes-Marinhos há mais de um século. Podemos, também, ver a história do lugar refletida através dos fósseis marinhos.

Opção Dezembro-Maio
Cañón del Río Atuel

Café da manhã no Hotel. Saímos de San Rafael em direção à Cuesta de los Terneros para ir ao Dique Valle Grande e ao Rio Atuel. Paramos no mirante São Francisco de Assis para ter uma vista formidável da cidade e do do canyon. Depois de vários kilômetros entramos em El Nihuil, que nos impacta pela profundidade de seu lago. Descansamos e aproveitamos para almoçar (não incluído).

Vamos ao Cañón del Atuel, e nos sentiremos impactados pela beleza pura, típica do ecossistema andino, produto da ação erosiva do vento e da água, criando obras naturais esculturais, traduzidas em imponentes geoformas, um trabalho caprichoso da mãe natureza que realizou figuras como o Museu de Cera, o Lagarto, Os Monstros, Os Jardins Suspensos ou A Cidade Encantada, entre outros. O canyon está formado pelo rio Atuel, açude Valle Grande e El Nihuil. Fazemos uma breve caminhada pelo canyon para chegar ao povoado de Valle Grande. Quem desejar pode praticar ecoturismo, rafting, rappel ou fazer um passeio de barco (essas atividades devem ser contratadas no destino).

Rafting em Mendoza (Río Atuel)

O Rio del Cañón del Atuel é sinônimo de rafting e é famoso em todo o país graças às correntezas que possui e à transparência da água que combina com a beleza do lugar. O rio é navegável durante todos os meses, exceto em junho; o nível de dificuldade é 2, em base à escala internacional de 0 a 6, e a profundidade média é de 1,20 metros. As correntezas dos rios Atuel e Diamante são excelentes para a prática desse esporte; também pode ser praticado no rio Grande.

Dia 14 - Partida para Ushuaia

Café da manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto da Cidade de Trelew ou Mendoza. Recepção e traslado do Aeroporto da Cidade de Ushuaia ao hotel.

Dia 15 - Navegação Clássica pelo Canal de Beagle

Realizamos um percurso pelo Canal de Beagle. Nosso ponto de partida começa na Baía de Ushuaia, localizada à beira da cidade de mesmo nome, ingressando pelo Paso Chico. Antigamente, o pastor Thomas Bridges dizia que "Baía de Ushuaia" significava "Baía da água mansa" ou "Baía que penetra em direção ao poente". O Canal de Beagle, localizado ao sul da Ilha Grande de Terra do Fogo, é de origem glaciário, com uma área de 180 Km e comunica os Oceanos Pacífico e Atlântico.

Foi batizado pelo Capitão Fitz Roy em homenagem à embarcação “Beagle” que, com o Tenente Murray, descobriram o canal, em 1830. Foi construído como fronteira política entre a Argentina e o Chile. Tanto na Baía de Ushuaia como no Canal de Beagle podemos observar uma diversidade de avifauna marinha, e avistar moleiros-grandes, albatrozes-de-sombrancelha, gansos andinos e gaivotões, entre outros. A travessia chega até o Faro Les Eclaireurs. Possui uma torre tronco-cónica com uma altura de 11 metros e 22.5 metros sobre o nível do mar. O nome desse farol foi colocado devido ao lugar onde ele se encontra: Les Eclaireurs, e seu nome foi dado pelo Capitão Luis Fernando Martial.

O passeio continua em direção ao porto Isla de los Lobos Marinos, onde observamos leões-marinhos de um e de dois pêlos e também o assentamento de cormorões - podemos ver de perto o hábitat desses mamíferos. Seguindo nosso caminho, navegamos até a Isla de los Pájaros, lugar onde há um assentamento de cormorões magalhânicos e imperiais, e conheceremos mais de 20 espécies de aves marinhas. Ambas as ilhas integram o Arquipélago Bridges.

Descenso Opcional nas Ilhas Bridges: Nessa navegação podemos, adicionalmente, solicitar o descenso, realizando um trekking de meia hora com a ajuda de guias pelos caminhos de uma das ilhas Bridges, para chegar até os Concheros Yámanas.

Dia 16 - Lagos Fagnano & Escondido

Dirigiremos-nos ao Lago Escondido ou Laguna Escondida como também se a conhece, localizado na Cordilheira dos Andes em pleno cordão fueguino onde poderemos contemplar a maravilhosa vista dos bosques cheios de ñires, lengas e observar os vales rodeados pelos turbais como os Vales Carbajal, as Cotorras e Tierra Mayor. Durante um dos mais atrativos mais interessantes é o Passo Garibaldi a menos de 500 metros sobre o nível do mar, onde se misturam os Andes fueguinos com os lagos, onde se cruza a Cordilheira desfrutando de uma vista única dos Lagos Escondido e Fagnano.

A partir deste ponto começamos a descer, sobre a costa do Lago Escondido passamos pela Hostería Petrel para continuar caminho as serrarias. Mais tarde seguimos descendo ao norte a outro espelho de água: o Lago Fagnano, considerado como o mais extenso da Ilha de Tierra Del Fuego, com seus 100 km de longitude, famoso internacionalmente pela pesca esportiva. No passado, os Onas o chamavam “El descanso Del Horizonte” (o descanso do horizonte), seu nome em honra ao sacerdote católico Monsenhor José Fagnano quem foi o primeiro administrador da região. Depois nos espera uma caminhada por este magnífico lago desfrutando da todas suas belezas naturais. Continuando o nosso passeio, conheceremos a comuna de Tolhuim, fundada em outubro de 1972 a orilhas do Lago Fagnano no centro do bosque.

Dia 17 - Parque Nacional Terra do Fogo e Trem do Fim do Mundo

Vamos ao Parque Nacional Terra do Fogo. Esse parque foi fundado em 1960 e desde então tem personificado a parte mais austral do bosque andino patagônico. Está localizado no sudoeste de Terra do Fogo e no limite internacional com o Chile. Saindo de Ushuaia, passaremos pelo Vale do Rio Pipo para chegar à entrada. Abordaremos o Trem do Fim do Mundo que se localiza nas aforas do Parque Nacional Tierra Del Fuego, onde começaremos na Estação Central até chegar a Estação do Parque Nacional Tierra Del Fuego. Teremos a excelente oportunidade de conhecer o Ferrocarril Austral Fueguino, que transita uma das rotas que no passado foram utilizadas por mais de mil presidiários que cumpriam diariamente a rotina nestes bosques legendários. A viagem começa sobre o terraplenagem que fizeram os presos uns 100 anos atrás, passando pelo Cañadón Del Toro, para depois ascender uma pendente rodeando o Rio Pipo até chegar a Estação “La Cascada de la Macarena” onde teremos a possibilidade de descer até a restauração de um acampamento indígena ou senão podemos optar por apreciar a estupenda vista panorâmica do nascimento da cascada. O apito do trem anuncia-nos que temos que continuar o nosso percorrido para ingressar a zona do bosque sub – antártico.

Fazendo um zigzag no caminho pelo Rio Pipo e beirando a zona de turbais onde cresce um musgo conhecido como Sphagnum, o Trem finaliza o seu trajeto quando chega a Estação do Parque onde nos esperam para seguir a viagem pelo Parque. Uma vez ingressados ao Parque Nacional Tierra Del Fuego que foi fundado em 1960 e que se localiza na região dos bosques patagônicos e a Cordilheira Andina. O nosso rumo continua a Bahia Ensenada onde poderemos observar às Ilhas Redonda e Estorbo e ao frente os Montes Nevados da Cadeia Sampaio em Chile. Depois, chegamos ao Lago Roca. Seguimos o curso marcado acompanhados de um bosque de lengas, ñires e guindos até chegar à ponte do Rio Lapataia, uma área ideal para fazer trekking já que há diversas veredas como o Passeio da Ilha, Lago Roca, Laguna Negra, etc.

O caminho se transforma sinuoso, passando pelas Lagunas Verde e Negra, esta ultima uma imponente turba em permanente formação, até desembocar no dique dos Castores que nos guiara até Bahia Lapataia, sobre suas costas avistaremos patos, cauquenes, chorlos e diferentes aves aquáticas. No Parque poderemos ver vestígios indígenas deixados pelos Yamanas, como “concheros”, acumulações de valva de moluscos e outros animais que formavam parte da sua dieta de todos os dias.

Dia 18 - Partida para Calafate

Café da manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto da Cidade de Ushuaia. Recepção e traslado do Aeroporto da Cidade de Calafate ao hotel.

Dia 19 - Visita ao Glaciar Perito Moreno

De manhã bem cedo começamos nosso caminho para conhecer o glaciar mais famoso do mundo. Ele foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, em 1981, é considerado único por várias características, como seu avance contínuo e seu acesso fácil – tanto pelos mirantes como pela oportunidade que nos dá de caminhar sobre ele. Seu nome é em honra ao grande explorador da zona patagônica, Perito Francisco Moreno.

Beiramos a margem sul do lago Argentino cruzando os rios Centinela e Mitre, e vamos descobrindo postais da pré-cordilheira andina. Chegamos ao Brazo Rico ingressando ao Parque Nacional Los Glaciares. Enquanto beiramos o Lago Rico, começamos a ver blocos de gelo à deriva, até ter uma panorâmica completa desse glaciar colossal. Se as condições climáticas permitirem, podemos ter o privilégio de presenciar um fenômeno único na Patagônia argentina: os desprendimentos de sua parede sul: grandes blocos de gelo caindo ruidosamente sobre o Canal de mesmo nome, porque é lá que se acumulam, ou no Brazo Rico. Podemos conhecer o glaciar de diferentes pontos panorâmicos e mirantes, percorrendo suas passarelas enquanto nos dão informações sobre sua história, suas características e seu ambiente. À tarde, regressamos ao hotel.

Nota: Esse é um glaciar em avanço constante, diferente à grande maioria desses colossos que se encontram em severo retrocesso. Em seu avanço, encurrala as águas frias do Brazo Rico provenientes do Lago Argentino, o que faz com que se origine uma pressão sobre os gelos porque o nível das águas no lago aumenta; isso gera um túnel de quase 45 metros por onde as águas do Brazo Rico fluem. A erosão contínua que a água exerce faz com que a abóboda caia e gere um espetáculo fantástico.

Navegando pelo Lago Rico (Safári Naútico)

Saímos do porto "Bajo de las Sombras" para iniciar essa navegação que completa a visita pelas passarelas ao Glaciar Perito Moreno; após 1 hora, já podemos ver muito bem o extremo sul do monte de neve. Tanto o Brazo Rico como o Brazo Sul do Lago Argentino são os dois braços do lago que o Glaciar Perito Moreno transforma em diques. Navegamos no Lago Rico apreciando a imponente cara sul do glaciar, que se estende frente a nós até 60 metros de altura. Nos aproximamos a 200 metros da confluência entre esse colosso de gelo e a Península de Magalhães, e depois seguimos aproximadamente 3 km ao longo da parede sul.

Esse é o ponto mais atraente e o momento mais esperado por todos os visitantes: os desprendimentos de enormes blocos de gelo durante a temporada estival, em harmonía com formações típicas como fendas, seracs e seus chamativos tons azulados. Aproveitamos para tirar fotos e capturar um momento emocionante.

Dia 20 - Navegando pelas águas do Lago Argentino

Hoje temos um dia dedicado a navegar entre gigantes de  gelo, no Parque Nacional Los Glaciares. Iremos a Punta Bandera para embarcar bem cedo e começar nossa navegação pelo Lago Argentino, o maior e mais meridional de todos os lagos da região patagônica argentina. Estende-se ao longo de 1.466km2 e sua profundidade oscila entre 150 e 500 metros.

Começamos a navegação pelo braço norte do lago, visitando os glaciares Spegazzini, Onelli, Bolado e Agassiz, esses últimos na Baía Onelli, além disso nos aproximaremos do Glaciar Upsala. Ele integra um vale constituído por outros glaciares, estendendo-se em mais de 850 km2 e suas paredes se elevam até quase 80 metros. Seu nome se deve à Universidade homônima, localizada na Suécia, e que foi a primeira em realizar um estudo de relevamento sobre a região circundante no século XX. O Spegazzini é o glaciar mais alto do parque, mede 135 metros e está no braço homônimo do Lago Argentino.

Se as condições de gelo permitirem desembarcaremos na Baía Onelli – grandes blocos de gelo podem bloquear o acesso do barco e são um risco constante para toda a tripulação. Onelli nos deixa perplexos com a presença do bosque patagônico povoado de diferentes espécies de árvores como faias, cascas-de-anta e carvalhos brancos. Se tivermos sorte avistaremos condores, que habitam na cordilheira andina. Faremos uma caminhada até chegar a um lugar especial: a confluência dos glaciares Agassiz, Bolados e Heim, na Laguna Onelli. Na volta, visitamos a frente do Glaciar Spegazzini.

Para ser levado em consideração: Devido a desprendimentos do Glaciar Upsala há blocos de gelo à deriva, de tamanho considerável, que impedem a rota naval à Baía Onelli. Esse fato natural pode impedir o desembarque no lugar; quando isso ocorre, o barco navega nas águas do Canal de los Témpanos e vai até a posição norte do Glaciar Perito Moreno.

Dia 21 - Retornar à Buenos Aires

Café da manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto de Calafate. Recepção e traslado do Aeroporto Metropolitano da Cidade de Buenos Aires para o Aeroporto Internacional Ezeiza. Fim dos nossos serviços.


Contate-nos Reservar Baixar PDF