Salta, Jujuy & Uyuni em 9 dias

Viaje pelo fascinante norte argentino, começando por Salta, a elegante cidade com sua arquitetura colonial e ruas carregadas de história. Mergulhe nas cores e paisagens dos Vales Calchaquíes, de Cafayate a Cachi, e maravilhe-se com a imponente Quebrada de Humahuaca, com seus vilarejos pitorescos e montanhas tingidas de mil tons. Atravesse a fronteira para a Bolívia, onde o mítico Salar de Uyuni espera por você, um deserto de sal que parece um gigantesco espelho, perfeito para fotos inesquecíveis. Descubra a Ilha Incahuasi, coberta por gigantes cactos, e as lagunas altiplânicas, com seus flamengos e cores surrealistas que variam do turquesa ao vermelho intenso. Cada dia combina história, cultura e natureza, em um roteiro que une o melhor do Altiplano andino em uma experiência única e fascinante.

Argentina & Bolívia unidas no altiplano:
Entre vales, quebras e salares

Descubra a majestade do norte argentino, começando por Salta, La Linda, com suas praças coloniais, museus e a elegância de sua arquitetura histórica. Vamos explorar os Vales Calchaquíes, com Cafayate e Cachi, vilarejos pitorescos, montanhas multicoloridas e tradições que parecem paradas no tempo. Adentramos na Quebrada de Humahuaca, um mosaico de cores naturais que surpreende a cada curva, antes de cruzarmos para La Quiaca e entrarmos na Bolívia, rumo a Tupiza. De lá, a aventura segue até o Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo. Suas planícies brancas infinitas refletem o céu, criando paisagens de sonho, enquanto exploramos Colchani, famoso pela extração artesanal de sal, e a Ilha Incahuasi, com gigantescos cactos e vistas que parecem de outro planeta.

Continuamos descobrindo as lagunas altiplânicas, com cores intensas e paisagens vulcânicas únicas, atravessando o deserto de Siloli e pequenas aldeias andinas que mantêm viva a essência da região. Esta viagem combina cultura, natureza e a imensidão dos Andes com a experiência inesquecível de caminhar sobre o espelho branco do Salar de Uyuni, criando lembranças que permanecerão para sempre.

Salta, Jujuy & Uyuni em 9 dias
DIAS
9 Dias - 8 Noites
DESTINOS
Salta, Jujuy, Uyuni
PASSEIOS INCLUÍDOS
  1. Conhecendo Salta
  2. Vales Calchaquíes por Cafayate
  3. Vales Calchaquíes por Cachi
  4. Quebrada de Humahuaca
  5. Yavi, La Quiaca e Villazón
  6. Tupiza, Uyuni, Colchani, Salar de Uyuni e Isla Incahuasi
  7. Lagoas Altiplânicas, Deserto de Siloli e Laguna Colorada
  8. Gêiseres, Sol da Manhã, Deserto de Salvador Dalí, Águas Termais de Polques
PASSEIOS OPCIONAIS
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HOTELES
SALTA Inkai Casa Real Legado Mítico
PURMAMARCA Refugio del Coquena Posta de Purmamarca Manantial del Silencio
TUPIZA La Torre Mitru ----------
Uyuni
BOLIVIA ALTIPL Tayka del Desierto (UP) Malku Cueva ----------
SERVIÇOS INCLUÍDOS
  • Hospedagem com café da manhã, de acordo com a categoria de hotel selecionada
  • Traslados conforme detalhados no itinerário
  • Passeios regulares conforme descritos no itinerário (exceto os opcionais)
  • Guia bilíngue Espanhol–Inglês
  • Coordenação durante toda a viagem
SERVIÇOS NÃO INCLUÍDOS
  • Passagens aéreas internacionais
  • Passagens aéreas domésticas
  • Ingressos para os parques nacionais
  • Passeios opcionais conforme detalhados no itinerário

9 dias - 8 noites

Dia 1 - Conhecendo Salta, La Linda

Recepção e traslado do Aeroporto de Salta para o hotel.

Começaremos nosso tour pela cidade a partir da bonita Praça 9 de Julho, chamativa por seus canteiros enfeitados com um grande colorido e suas árvores frutais, que deixam sua fragância no ar de Salta. Da praça, teremos uma primeira visão da história e seu passado colonial, já que estaremos rodeados de seus edifícios antigos, como o Cabildo, a Catedral, a Igreja de São Francisco, o Convento de São Bernardo das Freiras Carmelitas, um dos edifícios mais antigos da cidade: a porta que dá entrada ao convento foi feita de madeira de algaroba talhada a mão por nativos em 1762; suas antigas casas completam o centro histórico, que hoje em dia são monumentos de grande importância.

Dali, nos dirigiremos à imponente e mais conhecida colina da cidade de Salta: o Cerro San Bernardo. No caminho, passaremos por suas ruas, chegando ao monumento de Güemes, um general argentino conhecido por seus ideais de liberdade, seu desprezo ao materialismo e seu amor à Pátria. Chegaremos no Parque San Martín, onde se encontra a estação de teleféricos, o meio pelo qual ascenderemos ao Cerro para ter uma panorâmica impressionante da cidade e seus arredores, com as colinas de fundo.

Depois, continuaremos em direção a um lugar realmente encantador, escolhido por suas maravilhosas atrações naturais e atividades diversas para realizar: a vila de verão de San Lorenzo, onde se encontra La Quebrada, um lugar ideal para passar o dia à beira do rio escutando seu som relaxante. O caminho nos conduz entre jardins floreados, mansões, castelos rodeados por colinas e onde se pode realizar cavalgadas, trekking e piquenique. Voltaremos à cidade, passando primeiro pelo Mercado Artesanal, onde poderemos adquirir lembranças dessa linda cidade, tais como peças em prata e cerâmica, tecidos rústicos de lã de lhama, artesanatos em couro, entre outros.

Dia 2 - Vales Calchaquíes por Cafayate

Continuaremos nuestro viaje desde Cafayate, visitando los Valles Calchaquíes. Visitaremos la Catedral de Nuestra Señora del Rosario en contraste con los cerros de fondo de varias tonalidades, y luego recorreremos las bodegas más tradicionales de esta hermosa ciudad entre valles y cerros de un impactante color verde, que es la más importante de los Valles Calchaquíes destacada, sobretodo, por sus vinos torrontés, un lugar ideal por su temperatura y humedad para el desarrollo de este tipo de uva de un sabor dulce y frutado, junto con sus quesos de cabra. El nombre de la ciudad se debe al de un antiguo asentamiento aborigen, cuyo significado es "Sepultura de las penas".

Tendremos el placer de poder degustar vinos de algunas bodegas. Seguimos, para visitar el Museo Arqueológico, lugar donde se encuentra gran cantidad de objetos que pertenecieron a poblaciones aborígenes y ha motivado a que se hicieran muchas investigaciones, excavaciones, restauración y exhibición de los mismos.

Nos maravillaremos al entrar en terreno de formas curiosas y muy llamativas, pasando Quebrada de las Conchas, donde podremos ver figuras como la Garganta del Diablo, el Anfiteatro, maravilloso sitio donde se puede escuchar el eco de cualquier sonido perfectamente y donde se llevan a cabo varios festivales de folklore, el Obelisco que forma un solitario peñasco, los Castillos de un rojo intenso que recuerda a los castillos de la época medieval, la Yesera con sus formaciones de arenisca claras, la Casa de los Loros ya que las paredes de piedra tienen orificios que son el hábitat de grandes bandadas de loros durante el verano, el Fraile, el Sapo y la impresionante Garganta del Diablo salteña, con forma de tráquea humana y también llamada así por su coloración.

Haremos una parada en Alemanía, una población solitaria, imposible de no detenernos para admirar sus viejas casones entre sus verdes cerros, en la estación de trenes que ya no se usa más, ahora podremos observar las hermosas obras de artesanos que invitan a llevarnos un lindo recuerdo de este pueblo. Nos prepararemos para descender por los valles.

Llegaremos al Dique Cabra Corral, cerca de Coronel Moldes, un sitio ideal para la práctica de deportes náuticos, pasaremos por poblaciones donde se desarrolla la actividad agrícola-ganadera como El Carril, donde se encuentran varias empresas acopiadoras de tabaco así como también se pueden apreciar plantaciones de higueras, nogales y durazneros, La Merced con sus calles limpias y sus espacios verdes la hacen muy pintoresca, y Cerrillos. Todas estas localidades pertenecen al Valle de Lerma, de donde se dice, según las leyendas que han surgido, que hay tesoros que provienen de minas, que fueron encontrados y que están ocultos en algún lugar entre los cerros. Seguiremos rumbo a la ciudad de Salta, pasando por imponentes paisajes cambiantes a cada curva con magníficos coloridos como el rojizo de los cerros, el ocre del pasto seco, el gris de las piedras y el verde de los cactus. Dormiremos en Salta. Se você deseja conhecer outras opções de excursões em Salta, clique aqui: Excursões em Salta.

Dia 3 - Vales Calchaquíes por Cachi

Café-da-manhã no Hotel. Daremos uma volta pelos Vales Calchaquíes, dessa vez por Cachi, passando em meio de paisagens extraordinariamente bonitos. Durante nosso percurso até essa cidade encantadora poderemos observar lindos pontos turísticos particulares, começando pela Quebrada del Escoipe, uma zona quase selvagem percorrida pelo rio homônimo e que cruza várias pontes até chegar à Costa do Bispo. Essa última é, também, uma obra da natureza, já que começamos a subida por um caminho em zig-zag e de cornija, rodeando-nos de colinas de um verde impactante, toda sua vegetação que, em contraste com o céu se torna um panorama indescritível. O ponto mais alto nesse trecho corresponde à Pedra do Moinho, a 3348 metros sobre o nível do mar e desde o qual teremos uma panorâmica única de Quebrada del Escoipe.

Uns dois kilômetros antes de chegar à Pedra do Moinho, poderemos apreciar o cartaz que nos indica que estamos no Parque Nacional Los Cardones que protege sua vegetação, como Pastizales de Neblina, Monte, Puna, Alta Montaña. Entre a fauna preservam-se espécies como o taruca, vicunha, guanaco, puma, raposa-colorada, lince-pardo, doninha, tatu, condor, pica-pau, lagartixas, coral, urutu, entre outros.

Depois de passar pelo ponto mais alto, Pedra do Moinho, chegaremos ao Vale Encantado, um lugar onde se misturam formas e cores e onde a ação do vento e da água esculpiram a paisagem em curiosas formas e relevos. Ali encontraremos um pequeno lago e pinturas rupestres em covas e aleros. Se tivermos sorte poderemos ver condores voando no céu. Mais tarde, chegaremos a um pequeno vale de ladeiras suaves e cobertas de pasto, aproveitado pelo gado bovino, com o qual é comum que nos cruzemos durante o caminho. Se continuamos mais alguns kilômetros, poderemos apreciar uma bacia fechada e a lagoa El Hervidero, lugar preferido pelos guanacos para pastar.

A Recta de Tin Tin será outro ponto inesquecível que observaremos durante nosso passo, já que se trata de uma linha perfeita de 18 kilômetros de onde podemos ver uma enorme quantidade de cardos, olhando à nossa direita o Cerro Tin Tin e à nossa esquerda o Cerro Negro. Atravessaremos esse antigo caminho inca para chegar a Payogasta, onde nos surprenderemos com o tapete vermelho e colorido que as plantações de pimentões formam, já descendendo ao povoado de Cachi, aos pés do Cerro Nevado e localizado entre o rio homônimo e Calchaquí. Lá, percorreremos suas ruas com edificações de um branco deslumbrante, suas casas de adobe e ruas de pedra, mas o que mais se destaca é a amabilidade e o tratamento das pessoas. Durante a tarrde, regressaremos à Salta.

Dia 4 - Quebrada de Humahuaca

Café-da-manhã no Hotel. Hoje nos espera um dia repleto de história e paisagen, já que faremos o circuito à Quebrada de Humahuaca, visitando seus povoados pré-hispânicos que datam de centenas de anos atrás e alguns se mantiveram intactos, como se estivessem nos convidando a percorre-los para conhecer mais sobre eles. Para começar, a Quebrada de Humahuaca foi declarada Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade, em 2003.

Começamos atravessando o vale de Siancas pelo povoado de Gral. Güemes, para percorrer uma área de cultivo de cana de açúcar, tabaco e algodão, entre outros, e chegaremos à província limítrofe Jujuy e sua capital em um vale de 155 kilômetros de extensão, rodeado de colinas multicores, vegetação de zona árida e o rio Grande. Entraremos em uma zona de uma variedade incrível de tons marrons, verdes, ocres e vermelhos. Seguiremos à Yala, uma vila de verão, localizada no meio de montanhas, rios e lagunas, com edificações residenciais e casas de fim-de-semana; ali também se encontra o Parque Provincial Potrero de Yala que preserva as Lagunas de Yala onde pode-se fazer observação de aves. Começamos a ascender pela quebrada, passando por povoados detidos no tempo, que vão fazendo da paissagem um postal inesquecível.

Chegamos a Purmamarca, uma localidade pitoresca localizada aos pés do imponente e único Cerro de los Siete Colores, apresentando-nos suas gamas surpreendentes que se misturam com a tranquilidade do ambiente, sua vegetação e o azul do céu, ademais de centenas de ruínas das primeiras populações da região. Seguimos a Maimará, uma população que se encontra bem no centro da quebrada, ali poderemos apreciar a Paleta del Pintor, com seus cerros multicor fazendo homenagem a seu nome, Posta de Hornillos na qual se encontra um museu para vivenciar e ser testemunhas da vida pré-hispânica; continuamos em direção a Tilcara, localidade famosa por suas covas e ruínas de antigos povoados. Em Uquía, conheceremos sua pequena igreja, a qual é uma das mais antigas da área. Poderemos degustar pratos regionais saborosos e depois fazer um recorrido por onde se encontram os artesãos e adquirir seus artesanatos indígenas, tecidos rústicos de lhama e vicunha, acompanhados de seus habitantes tão amáveis e agradecidos.

Pernoite em Purmamarca, para sair daqui em direção a La Quiaca.

Dia 5 - La Quiaca, Abra Pampa, Yavi & Villazón - Tupiza (Bolívia)

No extremo norte da Argentina encontram-se terras milenares que guardam lendas de um antigo marquesado, situado em um oásis verde no coração do altiplano de Jujuy, bem na fronteira com nosso país irmão, a Bolívia, e a caminho de Cuzco, combinando tradição, paisagens e comércio.

Partindo de Salta ou San Salvador de Jujuy, o trajeto passa pelas localidades de Yala, Lozano, Volcán e Tumbaya, até chegar a Purmamarca, onde é feita uma breve visita ao povoado. Depois, continua-se para a Posta de Hornillos, Uquía (com suas famosas pinturas de anjos arcabuzeiros da escola de Cuzco) e Huacalera, até chegar finalmente a Humahuaca, a 2.600 metros acima do nível do mar, onde se visita o Monumento à Independência e a praça principal.

A viagem segue pela mesma rota passando por Abra Pampa, conhecida como “A Sibéria Argentina”, nome dado por seus habitantes, na maioria descendentes de sírios. De lá, continua-se até La Quiaca, com tempo livre para o almoço (recomenda-se uma refeição leve). La Quiaca está localizada na fronteira com a Bolívia. No início do século XX, o trem chegou desde a Puna até a fronteira, onde foram construídas a estação terminal e um viaduto com três arcos sobre o rio La Quiaca. La Quiaca desenvolveu-se com o tempo, ganhando importância a partir da metade do século XX. É um lugar de constante passagem de habitantes do Altiplano Andino, facilmente reconhecíveis por suas vestimentas típicas da puna. Após um breve descanso, visita-se o povoado vizinho de Yavi, com sua imponente igreja dourada e sua rica história como parte do Marquesado de Tojo. O Museu da Casa do Marquês e o antigo moinho são fiéis testemunhos dos vestígios desse antigo marquesado. Após a visita, retorna-se a La Quiaca para cruzar a fronteira e visitar Villazón (Bolívia), famosa por seu amplo mercado.

À tarde nos encontraremos na Ponte Internacional Quiaca - Villazón na hora combinada, para continuar a viagem até a cidade de Tupiza, a aproximadamente 90 km de Villazón. Pernoite em Tupiza.

Dia 6 - Tupiza, Uyuni, Colchani, Salar de Uyuni e Ilha Incahuasi

Saída de Tupiza para iniciar o percurso. A poucos minutos da cidade, visita ao Cemitério de Trens, um sítio histórico onde repousam antigas locomotivas e vagões do final do século XIX e início do XX, vestígios da época de auge ferroviário e minerário da região. Em seguida, continuação para Colchani, um pequeno povoado dedicado ao processamento artesanal do sal. Aqui é possível observar o método tradicional de extração, bem como adquirir artesanato feito em sal e tecidos de lã de lhama e alpaca.

Entrada no Salar de Uyuni, atravessando sua vasta superfície branca até chegar a diversos pontos de interesse, como as famosas Escadas de Sal, os Ojos del Salar — pequenas fontes naturais que emergem do solo — e os tradicionais Montículos de Sal, montes cônicos que fazem parte do processo de secagem e extração. O percurso inclui uma parada no primeiro Hotel de Sal (atualmente museu), construído inteiramente com blocos de sal, onde o almoço é servido em meio a esta paisagem única. Em seguida, tempo livre para tirar as clássicas fotos em perspectiva que o salar permite, graças ao seu horizonte infinito e à ausência de pontos de referência.

À tarde, visita à Ilha Incahuasi (na estação seca), formação rochosa de origem vulcânica coberta por gigantescos cactos centenários. Do seu cume é possível obter vistas panorâmicas espetaculares do salar e do entorno andino. Ao final do dia, um ponto estratégico próximo à borda do salar é escolhido para contemplar o pôr do sol, momento em que as cores do céu contrastam com a imensidão branca, criando uma experiência inesquecível. Por fim, traslado para o hotel de sal para pernoite.

Nota importante: Durante a temporada de chuvas (geralmente de janeiro a abril), se o salar estiver com grande quantidade de água, a acomodação poderá ser em Colchani ou Uyuni em vez de Villa Candelaria, dependendo das condições climáticas e de acesso. Na estação das chuvas, quando o nível da água é elevado, a visita à Ilha Incahuasi pode não estar disponível por questões de segurança.

Dia 7 - Lagunas Altiplânicas, Deserto de Siloli e Laguna Colorada

Saída da acomodação, atravessando pequenas localidades como Julaca e Alota, permitindo observar o cotidiano das comunidades rurais do Altiplano. Em seguida, chegada à Laguna Turquiri, também conhecida como Laguna Negra, onde é possível avistar aves altoandinas, incluindo o pato-andino-negro, em um ambiente calmo e natural. O percurso continua até as Lagunas Kara e Kachi, duas belas lagoas andinas rodeadas por amplas paisagens abertas, ideais para apreciar a fauna e a tranquilidade do Altiplano.

Mais adiante, chega-se ao Deserto de Siloli, conhecido pela impressionante combinação de cores de suas montanhas e suas formações rochosas únicas, antes de visitar o famoso Árbol de Piedra (Árvore de Pedra), uma curiosa formação rochosa esculpida pelo vento que se tornou um ícone da região. Por fim, o percurso inclui a Laguna Colorada, famosa por sua intensa coloração avermelhada e por abrigar numerosas colônias de flamingos-andinos. Aqui é possível caminhar ao redor da lagoa e apreciar a beleza da paisagem. O dia termina em Huayllajara, uma pequena comunidade próxima à lagoa, onde será realizado o pernoite.

Dia 8 - Gêiseres, Deserto de Salvador Dalí, Águas Termais de Polques, Laguna Verde

O dia começa antes do nascer do sol. Seguimos rumo a um canto onde a Terra respira: gêiseres e fumarolas emergem do solo fumegante, enquanto o amanhecer colore de dourado o vapor que dança no ar gelado. É um espetáculo primitivo, onde o calor e o frio se enfrentam em silêncio. Depois, seguimos em direção às termas de Polques, onde águas quentes brotam como um presente escondido no meio do altiplano. Ali, você poderá se submergir, deixar o corpo relaxar e permitir que a alma se funda com a paisagem. As termas estão localizadas no Salar de Chalviri, dentro da Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa. São águas geotérmicas com temperatura média de 29 °C, excelente contraste com o frio externo, que pode chegar a –5 °C ou –10 °C.

A poucos quilômetros, estende-se o Deserto de Dalí. Um território onírico, onde as montanhas parecem saídas de uma pintura surrealista: cores impossíveis, formas paradas no tempo e rochas que foram fogo há milênios. A imaginação encontra ali o seu lar. O Deserto de Dalí (também chamado de Vale de Dalí) é uma das paisagens mais fascinantes e estranhas do sudoeste boliviano. Localiza-se dentro da Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa, a cerca de 4.750 metros de altitude, próximo à Laguna Verde e ao vulcão Licancabur.

Mais adiante, nos espera a Laguna Verde, a 4.250 metros de altitude. Seu tom esmeralda, carregado de minerais, reflete o vulcão Licancabur, imponente guardião que vigia a fronteira entre Bolívia e Chile. Após esse último suspiro de maravilha, iniciamos o retorno. Passamos novamente pelas termas e depois seguimos pela estrada em direção a Uyuni, atravessando pela última vez as vastas solidões do altiplano. Serão cinco ou seis horas de caminhos abertos, onde a memória começará a tecer o vivido. Assim se fecha o círculo. E o que antes era paisagem, agora é lembrança. Retornamos a Tupiza.

Dia 9 - De Tupiza a San Salvador de Jujuy

Café da manhã no hotel. Traslado de Tupiza a Villazón. Cruzamento da fronteira para chegar a La Quiaca. Traslado ao terminal rodoviário de La Quiaca. Recepção no terminal rodoviário de San Salvador de Jujuy e traslado ao Aeroporto Internacional Gobernador Horacio Guzmán. Fim dos nossos serviços.


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