PATAGÔNIA EM 30 DIAS

Esse é um programa excelente, que passa pela Patagônia em ambas direções – do Norte ao Sul e do Sul ao Norte, chegando a todos os destinos, desde a Patagônia Norte e Patagônia Sul com San Martín de los Andes, Bariloche e Esquel em Patagônia Norte e Puerto Madryn, Ushuaia, Calafate e Chalten em Patagonia Austral.

Viagens Patagônia em 30 dias

30 dias - 29 noites

Viagens Patagônia em 30 dias

Viagens Patagonia 30 dias - 29 noites

  • Alojamento Quartos Duplos com a categoria do hotel selecionado
  • Itinerário detalhado de transferências privadas
  • Excursões privadas detalhadas no itinerário (exceto opcional)
  • Passagens aéreas de cabotagem
  • Guia de espanhol bilíngüe inglês
  • Serviço de emergência 24 horas
  • Coordenação Permanente

Dia 1 - San Carlos de Bariloche

Bem-vindo à Argentina. Recepção e traslado do Aeroporto Internacional Ezeiza ao Aeroporto Metropolitano da Cidade de Buenos Aires. Recepção e traslado do Aeroporto de San Carlos de Bariloche ao Hotel.

Dia 2 - Valle Encantado, Villa Traful & Villa La Angostura

Saímos de San Carlos de Bariloche cruzando os rios Ñirihuau e Limay, para ir até Rincón Chico. Na viagem beiramos o rio Limay até chegar a Rincón Grande onde vemos o Anfiteatro: sua silhueta é parecida aos circos romanos. Mais tarde, chegamos ao Vale Encantado com suas rochas que formam diferentes figuras tais como o Dedo de Deus, os Siameses, o Centinela. Nosso próximo destino é Confluencia, encontro dos rios Traful e Limay. Prévio a passar pela ponte do Rio Traful tomamos um caminho de terra que serpenteia entre vales e bosques de carvalhos, beirando o Lago Traful até chegar à Villa Traful. Depois de desfrutar dessa bonita paragem patagônica, continuamos o itinerário a Puerto Arrayán e a El Portezuelo, ponto de intersecção com o caminho dos Sete Lagos. Depois de passar por Quintupuray e avançar pela costa do lago Correntoso ingressamos em Ruca Malen. Regressando a Bariloche, o percurso nos leva ao Lago Espejo até finalmente, chegar à Villa La Angostura. Conhecemos Puerto Manzano, passando pela Península Huemul. Depois, vamos de Villa La Angostura a Bariloche.

Dia 3 - Selva Valdiviana: Puerto Blest, Lago Frías e Cascata Los Cántaros

Embarcamos em Puerto Pañuelo para ir a Brazo Blest, onde está o porto homônimo. Passamos próximo à ilhota Centinela, lugar célebre porque ali descansam os restos de Perito Moreno. Geralmente, toda essa região tem um parecido aos canais da Ilha de Terra do Fogo e aos fiordes da Noruega, a vegetação desborda, produto do clima úmido e das chuvas frequentes. Adicionalmente, pode-se chegar de ônibus até a Laguna Frías. Depois, vamos até Puerto Alegre, ao norte, ao Lago Frías, para embarcar até Puerto Frías. O Lago Frías tem uma forma ovalada, nas costas leste e oeste sobressai uma importante zona rochosa cheia de vegetação, gerando a imagem clássica dos fiordes. Toda essa região está caracterizada por chuvas contínuas devido aos ventos úmidos provenientes do Pacífico. A média de precipitações ronda 3.700 mm por ano, ocorre geralmente no inverno, sendo que o único mês seco é Janeiro. Esse lago é alimentado de água de degelo que desce do Cerro Tronador e das chuvas intensas da Selva Valdiviana. De volta a Puerto Blest (está no Lago Nahuel Huapi onde desemboca o Rio Frías), passamos pela Cascata Los Cántaros. Devemos subir por uma trilha de madeira nativa, que rodeia a cascata, chegando a 600 metros de altura, onde podemos ver lindas quedas d'água. Regressamos ao barco para voltar a nosso destino.

Dia 4 - Caminho dos Sete Lagos & Villa La Angostura

O famoso caminho dos Sete Lagos nasce na cidade de San Martín de los Andes e termina na cidade de Bariloche. Beiramos o Lago Lácar durante quase 4 kilômetros até chegar à Paihuén. A paisagem é formada por bosques legendários compostos de ciprestes e carvalhos. Paramos no mirante Pil-Pil, onde temos uma vista imponente do Lago Lácar. Durante a viagem somos acompanhados pelas montanhas do Cerro Chapelco, com quase 2.200 metros, e pelos lagos cristalinos e de água doce. À medida que avançamos, chegamos à bifurcação do Arroyo Partido, que divide suas águas no Oceano Pacífico e no Oceano Atlântico.

O segundo lago que podemos ver é o Machónico, depois o Lago Hermoso, onde saímos do Parque Nacional Lanín para continuar pelo Parque Nacional Nahuel Huapi. Passamos pela Cascada Vulligñanco, com sua importante queda d'água que supera 20 m. Em honra aos lagos, continuamos nosso deleite com o quarto e quinto lagos: a leste, o Lago Villarino e a oeste o Lago Falkner. Saímos do asfalto e, já em caminho de rípio, mais agreste e natural, ingressamos em uma zona de bosques de Carvalhos. À direita vemos o Lago Escondido, com sua fantástica cor verde-esmeralda. Cruzamos o Lago Pichi Traful e depois beiramos o Lago Correntoso. Passamos pelo Lago Espejo Chico e Ruca Malen. Depois, pelo Lago Espejo Grande até chegar ao desvio ao Chile, pelo Paso Antonio Samoré e vamos à esquerda, para entrar na Villa La Angostura. Destacam-se seus cais sobre o Lago Nahuel Huapi, seu pequeno centro comercial e Bahía Manzano. Continuamos até Bariloche, para finalizar nosso itinerário.

Dia 5 - Quila Quina, regressar navegando pelo Lago Lácar

Da linda cidade de San Martín de los Andes, vamos ao Parque Nacional Lanín para visitar um dos lugares mais bonitos dessa região: Quila Quina. Encontra-se às margens do Lago Lácar e o caminho é tipicamente montanhoso, com vistas fantásticas. Na visita a essa vila residencial, chegamos até a maior praia da zona, próxima ao cais. No verão, durante os dias de calor, as pessoas nadam no lago. Em direção Leste há uma trilha de interpretação: El Cipresal, um reservatório legendário de ciprestes. Podemos regressar navegando pelo Lago Lácar e desfrutando da paisagem (opcional).

Dia 6 - Lagos Huechulafquen e Epulafquen & Vulcão Lanin

Vamos a Junín de los Andes, um povoado a 40 km de San Martín de los Andes. Em Junín, conheceremos a igreja onde está a Virgen de las Nieves. Continuamos nossa viagem aos Lagos Huechulafquen e Paimún, para apreciar uma vista panorâmica em primeira fila do Vulcão Lanín. Chegamos até a boca do Rio Chimehuín – esse rio é o mais importante para a pesca com mosca de toda a Patagônia. Passamos por uma área de transição, onde podemos apreciar Embothrium (uma espécie de flamboyant), espinheira santa e diferentes figuras geológicas como a Pedra da Virgem.

Entramos no bosque andino-patagônico beirando o lago, onde observamos uma selva sub-antártica coberta de carvalhos de mais de 25 metros e carvalhos brancos antigos. O cerrado é formado por canas-de-açúcar, faias, arbustos introduzidos pelo homem, como a rosa mosqueta, além de mutisias, narcisos e reina mora (Spindalis portoricensis). Continuamos nosso trajeto até o Vulcão Lanín, de mais de 3.500 metros, para aproximar-nos à base sul. Depois, vamos ao Lago Paimún, onde visitaremos a capela. No regresso, podemos parar no Rio Rucu Leufú para ter outra vista do Lanín. Nosso último destino é a Cascada del Saltillo, onde chegaremos após uma caminhada de quase meia hora atravessando o bosque andino patagônico.

Opção: Navegamos os Lagos Huechulafquen e Epulafquen

Regressando a Puerto Canoa podemos, opcionalmente, navegar pelo extenso lago. Já embarcados na margem norte do Huechulafquen, vamos ao sul, para ver a cara sul do Vulcão Lanín, de quase 3.800 metros de altura. Os lagos, com suas águas geladas que podem chegar a superar 400 metros de profundidade, são de origem glaciário.

No lago, destaca-se a Isla de los Chivos. A Oeste, vamos à confluência dos lagos Huechulafquen e Epulafquen. Nesse último, que é pouco profundo, podemos observar bosques legendários e montanhas com neve, onde há uma fauna abundante graças à ausência do Homem. O barco chega até o Escorial, um rio de lava em estado sólido – o vulcão Achén Ñiyeu teve uma erupção a mais de 480 anos. Com o tempo, a frondosa vegetação cobriu o solo, gerando o bosque anão ou de bonsai, que não supera 1 metro de altura.

Dia 7 - Hua Hum, Cascada de Chachín & Navegação pelos Lagos Lácar & Nonthué

Embarcamos no cais do Lago Lácar. Na primeira parte da navegação, vemos as paredes elevadas do Cerro Abanico até chegar a Quila Quina, nossa primeira parada. Podemos fazer um mini-trekking por El Cipresal, zona de ciprestes à beira do lago; também chegamos à Cascada del Arroyo Grande. Saímos de Quila Quina indo a Oeste, para desembarcar no nosso próximo destino: Ilha Santa Teresita, onde encontramos murtas e a capela. Uma vez no Lago Nonthué chegamos até Hua Hum, onde está a hosteria de mesmo nome e onde nasce o rio homônimo que desemboca nas águas frias do Oceano Pacífico. Já em terra, começamos um trekking breve até a Cascada de Chachín, que dura aproximadamente 1 hora com ascenso suave porém constante. Atravessamos bosques de carvalhos que não permitem que a luz solar passe; inclusive no cerrado é possível observar uma selva de carvalho com samambaias, que mostram uma vegetação muito densa. A Cascada de Chachín é uma queda d'água muito importante, que impressiona; trata-se de uma falha geológica que faz com que suas águas caiam no vazio desde mais de 24 metros de altura, gerando um barulho impactante ao bater. Essa viagem nos permite ver detalhadamente como é o ecossistema onde os lagos patagônicos convivem, nesse caso no Parque Nacional Lanín. À tarde, navegamos em direção à linda San Martín de los Andes.

Dia 8 - Voltar para Bariloche

Café da manhã no hotel. Transferir para o terminal para tomar o ônibus para San Carlos de Bariloche. Recepção no Bariloche e transfer para o hotel. Dia livre para visitar a cidade de Bariloche.

Dia 9 - El Bolsón & Lago Puelo - Esquel

Saímos de Bariloche para ir a El Bolsón, levando em consideração que ele se encontra no sudoeste do Rio Negro e forma parte da Comarca Andina del Paralelo 42, no noroeste de Chubut. É uma zona ecológica por excelência, caracterizada por seu microclima ideal para o cultivo de frutas finas como por exemplo frambuesas, cerejas, amoras e morangos, além do lúpulo. Vamos ao sul; no caminho, podemos ver os Lagos Gutiérrez, Mascardi e Guillermo até chegar à La Veranada e Pampa del Toro. À esquerda, podemos ver as montanhas Ñirihuau e Áspero. Passamos pelo Cañadón de la Mosca e chegamos ao pequeño povoado de Villegas. Após cruzar o rio Fuyel e atravessar a ponte sobre o rio Quemquemtreu, chegamos a El Bolsón, com seus limítes naturais: o Lago Puelo, o Cerro Piltriquitrón, uma pedra formidável que está perto do Bosque Tallado e o Valle del Rio Azul. Na cidade, conhecemos a Feira Artesanal Regional – caso esteja aberta – onde destacam-se criações em cerâmica, madeira e couro, reunindo todos os produtores e artesãos da zona; essa feira é considerada uma das maiores da América do Sul. Podemos visitar uma chácara dedicada à fabricação de doces caseiros e ir ao Parque Nacional Lago Puelo, coberto de bosques legendários de murtas e outras espécies, com cipós, enredadeiras, samambaias e o canto dos pássaros. Podemos caminhar pela trilha interpretativa Bosque de Las Sombras. O Lago Puelo é caracterizado por suas águas turquesa, onde se reflete o verde de seus bosques e o branco da neve eterna dos cerros limítrofes. Em El Bolsón, prove a cerveja artesanal de alta qualidade que é produzida nessa região, com diferentes gostos, desde a tradicional cerveja loira, passando pela preta, frutal ou com gosto de mel e lúpulo. Outras delícias são o queijo de ovelha ou de vaca.

Dia 10 - Expresso Patagônico La Trochita

Fazemos uma viagem fantástica de 25 km no antigo Expresso Patagônico La Trochita, que foi nomeado Patrimônio Histórico Nacional. É um velho trem a vapor, sua bitola estreita tem menos de 1 metro, atravessa a estepe patagônica com seus vagões cuja calefação são fornos de ferro alimentados à lenha, e foram armados em 1922 com as máquinas Baldwin e Henschel. A primeira viagem foi realizada em 1945, até Esquel. O trem oferece um refeitório com tortas deliciosas, café e chocolate. O percurso é iniciado na estação Esquel, passando pelo arroio homônimo, depois gira para ir em forma paralela ao cordão montanhoso e ao povoado de Tecka. Atravessa a estepe e vemos, nas zonas úmidas, aves aquáticas como patos, gansos andinos e flamingos. O passeio termina na estação Nahuel Pan (nome da montanha mais alta da zona), onde atualmente existe uma área de artesãos. Enquanto aproveitamos para visitar o pequeno centro artesanal, a máquina a vapor faz as monobras para se preparar para o regresso. Na volta, o trem atravessa o vale. O percurso dura aproximadamente 3 horas e não é cancelado por mal tempo, salvo que o excesso de neve gere obstruções. Atualmente existem 2 trechos: o trecho turístico, que une Esquel com Nahuel Pan e o trecho de passageiros, que vai até El Maitén.

Quando operar o trem? As saídas para o ano são aos sábados e, dependendo do mês é adicionado na segunda-feira. Partida é às 10:00 e regresso às 24:45. Sábados pode adicionar uma partida adicional às 14:00 pm, dependendo da demanda.

Dia 11 - Parque Nacional Los Alerces Full

Hoje conheceremos um dos parques nacionais mais atraentes da Patagônia: Los Alerces. Trata-se de duzentos e sessenta e três mil hectares protegidos a partir de 1937, com o objetivo primordial de proteger a espécie arbórea que lhe dá seu nome, o lahuan ou larício. Em nosso passeio pelo parque visitamos lugares lindos, que conformam a bacía hídrica com mais de 12 lagos e rios, como o Lago Futalaufquen, Rio Arrayanes, Lago Verde, Lago Menéndez, rodeados pelo cordão montanhoso andino, com glaciares e a selva valdiviana. O ponto principal está na área norte do parque, o bosque milenário de larícios, um dos poucos no mundo conservados em estado virgem, conhecido como Alerzal Milenário. Essa região é considerada por especialistas como a zona mais linda de toda a Patagônia e, na verdade, eles estão certos: dificilmente outro destino reúne tanto encanto como esse.

Opcional em Temporada Alta: Navegação pelo Lago Menéndez & Bosque de Alerces Milenarios ou Navegação até o Lago Kruger sem desembarque.

Em temporada estival podemos, opcionalmente, navegar pelo Lago Menéndez e ir ao bosque de larícios milenários, descobrindo exemplares de mais de 2.500 anos, os quais têm um porte importante. Temos que chegar até o Rio Arrayanes, atravessamos o rio pela passarela, beiramos o Rio Menéndez até a entrada ao Porto Chucao. Nesse porto, embarcamos ao meio-dia para começar a navegação nas águas do Lago Menéndez, o maior de todo o parque, até chegar a Porto Sagrario; na viagem, podemos ver o Glaciar Torrecillas. Já em terra, e acompanhados pelo guia, entramos no bosque milenário de larícios fazendo uma caminhada, desfrutamos do Lago Cisne e das corredeiras do rio homônimo. Podemos ver o larício mais antigo do parque, com 2.600 anos, um diâmetro que supera 2 metros e uma altura maior a 57 metros.

Outra possibilidade é navegar pelo Lago Verde, Rio Arrayanes e pelo setor norte do Lago Futalaufquen até chegar ao Lago Kruger, uma vez que passamos o Estreito dos Monstros. Nesse segundo caso, não desembarcamos.

Dia 12 - Partida para Puerto Madryn

Café da manhã no hotel. Traslado ao terminal de ônibus de Esquel. Recepção e traslado de terminal de ônibus de Puerto Madryn ao hotel. Dia livre para visitar a cidade de Puerto Madryn.

Dia 13 - Península Valdés & Avistagem de Baleias (Baleia Franca Austral)

Café da manhã no Alojamento contratado. Percorreremos a Área Natural Protegida Península Valdés que está a 50km da cidade de Puerto Madryn, foi declarada como Patrimônio Natural da Humanidade, pela Unesco, e considerada um dos ecossistemas mais interessantes da Terra; lá, podemos encontrar a Baleia-franca-austral, orcas, leões-marinhos, elefantes-marinhos, pinguins magalhânicos e nandu-de-Darwin, entre outros.

O primeiro lugar que visitaremos é o Centro de Interpretação, observando a Isla de los Pájaros, uma reserva criada em 1967 a fim de proteger os grandes grupos de aves que habitam o lugar. Depois iremos a Puerto Pirámides, que está a uns 28km da cidade. Entre julho e novembro é possível ir em barcos infláveis para avistar a Baleia-franca-austral. Em junho e dezembro, a probabilidade se reduz notoriamente. Se for época de avistagem, embarcamos durante um pouco mais de 1 hora, utilizando coletes salva-vidas.

De Puerto Pirámides chegamos ao lugar de Elefantes-Marinhos de Caleta Valdés, passando por Gran Salitral, com uma superfície de 35 km2. Por último, vamos a Punta Norte, no extremo nordeste da península, se for época estival, e a Punta Delgada se for no restante do ano, a fim de ver as colônias de leões-marinhos e elefantes-marinhos, e em Punta Norte, se tivermos sorte, podemos chegar a ver orcas.

Nota sobre Avistagem de Baleias: É realizada entre os meses de Julho a Novembro. É recomendável levar roupa impermeável e blusão. Antes do início da viagem, oferecemos um assessoramento elementar prévio. Essa aventura está disponível para adultos e crianças.

Dia 14 - Farol Punta Ninfas. Elefantes & fósseis

Café da manhã no Hotel. Excursionamos no extremo sul do Golfo Nuevo, onde está Punta Ninfas, um lugar excelente para desfrutar da vista panorâmica do golfo inteiro. É conhecido principalmente por seus visitantes pelo farol que leva seu nome. Esse Antigo Farol em Punta Ninfas é o refúgio principal dos Elefantes-Marinhos há mais de um século. Podemos, também, ver a história do lugar refletida através dos fósseis marinhos.

Dia 15 - Colônia de Pinguins de Punta Tombo com Vale Inferior

Café da manhã no Hotel. Hoje visitamos a colônia de pinguins Magalhânicos mais importante da América do Sul: Punta Tombo, que está localizada ao sul do Vale Inferior do Rio Chubut. No princípio, há 50 anos, era uma reserva natural; 20 anos depois, foi considerada Área Protegida. Punta Tombo tem uma extensão de quase 3.000 metros por 500 metros de largura ao longo do Oceano Atlântico. Esse acidente natural é produto da aparição de estruturas rochosas cristalinas da era anterior à Jurássica, e tem suportado os embates da erosão produzida pelo mar. A existência de seixos e areia compacta são fatores chaves para a criação de ninhos. A temporada vai de princípios de setembro até abril, quando os pinguins emigram para formar seus ninhos e proteger seus filhotes.

Dependendo da época do ano podemos ver todo seu ciclo produtivo. Primeiro, aparecem os machos para criar o ninho ou rearmar o do ano anterior; para isso, aproveitam as covas naturais. Um mês depois, as fêmeas põem os ovos para chocá-los em um prazo de 40 a 45 dias. Nesse período, o macho vai em busca de alimentos. A princípios de abril, os filhotes já são bons nadadores e se alimentam por si mesmos. Antigamente essa área era um cemitério indígena, onde muitos Tehuelches habitavam e caçavam. Ao caminhar pela reserva, recomendamos que respeitem as trilhas sinalizadas e não se desviem do caminho.

Regressando da aventura entre pinguins, vamos ao vale inferior para conhecer o centro industrial e comercial da região: Trelew. Depois, vamos a Gaiman, a colônia galesa mais importante da Argentina, onde ainda são conservados os costumes e tradições, como o famoso chá galês e a torta negra galesa, bem como a torta de nozes, com frutas e o pão caseiro. Retornando pelo lado das chácaras, vemos as diferentes Capelas Galesas e os empreendimentos agro-turísticos.

Dia 16 - Partida para Ushuaia

Café da manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto de Trelew. Recepção e traslado do Aeroporto de Ushuaia ao hotel.

Dia 17 - Navegação Clássica pelo Canal de Beagle e avistagem de pinguins magalhânicos na Ilha Martillo & Parque Nacional Terra do Fogo e Trem do Fim do Mundo

Navegação Clássica pelo Canal de Beagle e avistagem de pinguins magalhânicos na Ilha Martillo

Depois do café da manhã, saímos para navegar nas águas geladas do Canal de Beagle. Visitamos a Ilha dos Pássaros para ver sua abundante fauna marinha, desde moleiros-grandes até patos-vapor e gaivotas-de-cabeça-cinza. Na Ilha dos Lobos veremos lobos de um ou dois pêlos. Tanto a Ilha dos Pássaros como a Ilha dos Lobos formam o Arquipélago Bridges. No Farol Les Eclaireurs são vistos cormorões imperiais e de pescoço preto. O SS Monte Cervantes afundou nesse lugar, em 1930. Continuamos navegando em direção leste e podemos ver o Porto Almanza, na Argentina, e o Porto Williams, no Chile, até desembarcar na Ilha Martillo para vermos os pinguins de Magalhães e de Gentoo. No regresso a Ushuaia podemos ver a Estância Túnel e a Estância Remolino, que entesouram os restos do navio vapor Monte Sarmiento, que afundou a princípios do século XX. A volta à cidade é muito acolhedora devido à presença imponente do último cordão montanhoso da Cordilheira dos Andes. A navegação dura aproximadamente 4 horas e meia.

Parque Nacional Terra do Fogo e Trem do Fim do Mundo

Vamos ao Parque Nacional Terra do Fogo. Esse parque foi fundado em 1960 e desde então tem personificado a parte mais austral do bosque andino patagônico. Está localizado no sudoeste de Terra do Fogo e no limite internacional com o Chile. Saindo de Ushuaia, passaremos pelo Vale do Rio Pipo para chegar à entrada. Abordaremos o Trem do Fim do Mundo que se localiza nas aforas do Parque Nacional Tierra Del Fuego, onde começaremos na Estação Central até chegar a Estação do Parque Nacional Tierra Del Fuego. Teremos a excelente oportunidade de conhecer o Ferrocarril Austral Fueguino, que transita uma das rotas que no passado foram utilizadas por mais de mil presidiários que cumpriam diariamente a rotina nestes bosques legendários. A viagem começa sobre o terraplenagem que fizeram os presos uns 100 anos atrás, passando pelo Cañadón Del Toro, para depois ascender uma pendente rodeando o Rio Pipo até chegar a Estação “La Cascada de la Macarena” onde teremos a possibilidade de descer até a restauração de um acampamento indígena ou senão podemos optar por apreciar a estupenda vista panorâmica do nascimento da cascada. O apito do trem anuncia-nos que temos que continuar o nosso percorrido para ingressar a zona do bosque sub – antártico.

Fazendo um zigzag no caminho pelo Rio Pipo e beirando a zona de turbais onde cresce um musgo conhecido como Sphagnum, o Trem finaliza o seu trajeto quando chega a Estação do Parque onde nos esperam para seguir a viagem pelo Parque. Uma vez ingressados ao Parque Nacional Tierra Del Fuego que foi fundado em 1960 e que se localiza na região dos bosques patagônicos e a Cordilheira Andina. O nosso rumo continua a Bahia Ensenada onde poderemos observar às Ilhas Redonda e Estorbo e ao frente os Montes Nevados da Cadeia Sampaio em Chile. Depois, chegamos ao Lago Roca. Seguimos o curso marcado acompanhados de um bosque de lengas, ñires e guindos até chegar à ponte do Rio Lapataia, uma área ideal para fazer trekking já que há diversas veredas como o Passeio da Ilha, Lago Roca, Laguna Negra, etc.

O caminho se transforma sinuoso, passando pelas Lagunas Verde e Negra, esta ultima uma imponente turba em permanente formação, até desembocar no dique dos Castores que nos guiara até Bahia Lapataia, sobre suas costas avistaremos patos, cauquenes, chorlos e diferentes aves aquáticas. No Parque poderemos ver vestígios indígenas deixados pelos Yamanas, como “concheros”, acumulações de valva de moluscos e outros animais que formavam parte da sua dieta de todos os dias.

Dia 18 - Aventura Off Road em 4x4 nos lagos Fagnano & Escondido

Café da manhã no Hotel. Começamos nossa aventura em 4 x 4 em direção aos lagos fueguinos: Fagnano e Escondido. Vamos ao centro da Ilha Grande de Terra do Fogo, observando a transição entre a Cordilheira dos Andes e o final da Patagônia Agreste. Paramos no Centro Invernal Alto do Vale para ver como são criados e como se realiza o treinamento dos cachorros siberianos de trenó. Continuamos em direção ao norte para atravessarmos a Cordilheira Andina, no Paso Luis Garibaldi, com uma paisagem maravilhosa dos lagos Escondido e Fagnano; esse caminho se comunica com o Rio Negro e as estâncias da Ilha com Ushuaia. Essa passagem de montanha é o lugar mais elevado, chegando a 460 msnm. Nos aproximamos ao Lago Escondido para compartilhar um box lunch antes de começar o off road. O Lago Escondido, também chamado Laguna Escondida, encontra-se em um bosque cheio de carvalhos, pinheiros e carvalhos brancos. Podemos ver como os castores estão agindo sobre as árvores, utilizando-as na criação de seus açudes e produzindo inundações no bosque. Entramos no bosque pelos caminhos realizados por lenhadores, e aos poucos as caminhotes vão sendo pintadas de barro. De repente, o quadro se transforma: deixamos o caminho florestado para chegar ao Lago Fagnano; depois, vamos ao acampamento para comer um pouco e retornamos a Ushuaia.

Dia 19 - Conhecendo Ushuaia - Partida para El Calafate

Faremos um passeio muito especial pela manha já que começaremos conhecendo a magia da cidade de Ushuaia, famosa por ser reconhecida como “O Fim do Mundo” (também a cidade mais austral de todas). Também visitaremos o Museu do Fim do Mundo o qual começo ao principio como vivenda familiar em 1979 e logo, como patrimônio da província de Ushuaia. Este museu exibe suas coleções em 5 salas distintas onde se destacam as vitrinas em honra a aquelas pessoas relacionadas com a historia local como os exploradores, nativos, etc.

Conheceremos uma das principais e mais famosas atrações que tem Ushuaia: o antigo Presídio de Reincidentes o qual é reconhecido por seu emocionante e forte historia que cada ano capta a atenção de seus visitantes tanto pela sua arquitetura carcerária como por seu particular historia. A mesma funcionou desde 1900 até 1947 e arredor da mesma cresceu a cidade aonde hoje chegam importantes cruzeiros e transatlânticos. Poderemos desfrutar de seus pavilhões, corredores que até no dia de hoje se pode sentir o dor que se viveu. Este presídio de origem militar funcionou em seus origens na Ilha dos Estados, em San Juan de Salvamento, depois o trasladaram a Puerto Cook até que ficou estabelecido definitivamente em Ushuaia, por rações humanitárias.

Acomodou a penados como o caso do anarquista Simón Radowitsky ou Cayetano Santos Godino, mais conhecido como o “petiso orejudo” ou o escritor Ricardo Rojas. Visitaremos o Porto, o Passeio do Centenario, um excelente ponto panorâmico onde se localiza o monumento pelo Centenario de Ushuaia e posteriormente, a Casa Beban, um importante patrimônio arquitetônico, adquirida em Suécia e feita em Ushuaia entre 1911 e 1913 por Don Tomás Beban. É uma das construções mais ambiciosas da cidade.

Traslado ao Aeroporto de Ushuaia. Recepção e traslado do Aeroporto de Calafate ao Hotel.

Dia 20 - Mini trekking ao Glaciar Perito Moreno

Para realizar esse breve trekking temos que cruzar o Lago Rico, chegando à costa sudoeste depois de alguns minutos de navegação: ela se encontra em frente da parede sul do glaciar. Desembarcamos e vamos ao refúgio, onde nos organizamos em grupos. Começamos a caminhada de uns 15 minutos, beirando o lago, até chegar ao glaciar. Preparamos o equipamento especial de trekking no gelo. Acoselhamos que utilizem botas de trekking e meias grossas (se possível, de lã). É proibido utilizar botas de borracha, pois elas são altamente escorregadias.

Percorremos o caminho em aproximadamente 2 horas, em um ritmo normal, onde descobrimos uma grande variedade de formas e diferentes tamanhos de fendas, escoadouros, pequenas lagunas, seracs – grandes blocos de gelo divididos em várias fendas, originadas por movimentos internos. Aprendemos sobre a flora e a fauna do lugar e recebemos informações relacionados aos glaciares, como por exemplo, sobre o incrível avanço contínuo e pouco visto em outros colossos de gelo. Retornamos pelo bosque andino-magalhânico coberto de plantas e árvores típicas da Patagônia Austral.

Nota: Esse tour é realizado durante quase o ano inteiro, exceto em junho e julho. Pode ser realizado por pessoas entre 10 e 65 anos aproximadamente, dependendo do estado físico dos participantes. Está proibido o acesso a grávidas, pessoas com doenças cardíacas, motrizes e de coordenação. Esse tour não é recomendável para pessoas com excesso de peso. É proibido fumar durante o tempo que o programa dure.

Dia 21 - Navegando pelas proximidades do Glaciar Upsala, em direção à Estância Cristina

Embarcamos bem cedo no porto de Punta Bandera para começar uma navegação entre grandes blocos de gelo e paisagens impressionantes da parede oeste do Glaciar Upsala, atravessando o Canal Cristina até desembarcar na Estância de mesmo nome, onde chegamos ao redor do meio-dia. Durante a estadia, visitamos o Museu Costumbrista, o qual antigamente era um galpão onde eram realizados trabalhos de tosquia. Depois, faremos uma caminhada até o Rio Caterina e a Capela, para finalmente, percorrer o centro histórico da estância. Esse rio está dentro da estância, no Parque Nacional Los Glaciares, tem quase 8 km de extensão entre o Lago Anita e o Lago Argentino, onde desemboca. Possui 2 afluentes: o Arroyo de las Frutillas e o Arroyo de los Perros. O Rio Caterina é alimentado pelos degelos glaciários e em seu último trecho se alarga para terminar no Lago Argentino. À tarde regressamos ao porto para voltar ao hotel.

Nota: Esse programa não é apto para menores de 12 anos, já que demanda esforço e é realizado em um terreno irregular.

Dia 22 - Dia de Campo dentro do Parque Nacional Los Glaciares (Nibepo Aike)

Iremos a uma estância localizada no Parque Nacional Los Glaciares. Depois da recepção de bem-vinda, vamos ao Brazo Sur do Lago Argentino vendo, no caminho, como os glaciares e os diferentes tipos de água têm repercutido na erosão das rochas. Vemos as dobras de rochas, produto dos sedimentos que foram sendo depositados ali. Em nossa caminhada descobrimos um bosque de nothofagus, hábitat de carcarás, águias, maras e outros. No regresso, apreciamos as destrezas do homem do campo, por exemplo, domando cavalos – geralmente de raça criola, ou a tosquia de ovelhas, que é realizada manualmente; depois a lã é classificada e guardada.

Visitamos a zona histórica da estância e conhecemos sua horta orgânica. Para o almoço podemos ter cordeiro ou churrasco criolo, com saladas preparadas com verduras frescas da horta e sobremesa caseira. Depois, caminhamos para chegar a um ponto panorâmico único, onde podemos admirar os 2 braços do Lago Argentino e o maravilhoso Lago Roca. O Glaciar Perito Moreno indica tanto o Brazo Rico como o Brazo Sur do Lago Argentino. Esse vale é pouco visto e é o acesso sul menos visitado do Campo de Gelo Sul.

Dia 23 - Bosque Petrificado La Leona - El Chaltén

Saímos de manhã para passar o dia em uma área de estepe, aproveitando para realizar atividades ao ar livre e de aventura, e descobrindo lugares novos. Partimos pela rota provincial Nº 5 em direção leste para depois tomar a mística rota 40, durante a qual podemos ter vistas magníficas do Lago Argentino, Rio Santa Cruz, La Leona e seu atraente vale, tendo a Cordilheira dos Andes e o Cerro Fitz Roy como pano de fundo. Paramos por alguns minutos no Hotel La Leona, o qual é considerado um lugar histórico, e continuamos para o lado oeste guiando-nos pela margem sul do Lago Viedma, chegando à beira do Cerro Los Hornos.

Ao redor do meio-dia estaremos chegando aos pés do cerro homônimo, que é onde a rota termina. Aqui nos encontramos em uma grande depressão do terreno, onde vemos troncos petrificados e iniciamos um trekking para explorá-los. Teremos tempo para almoçar. Durante a exploração podemos ver uma grande quantidade de troncos petrificados, alguns deles chegam a medir até 1,20 metros de diâmetro, o que nos revela como as condições climáticas eram diferentes milhões de anos atrás, para manter uma flora tão abundante e tão grande. Também podemos chegar a descobrir alguns restos fósseis de dinossauros. Essa zona de estepe tem um clima muito seco e, geralmente, bem cálido. Depois de percorrer a área, regressamos ao hotel.

Nota: esse programa é realizado a partir de outubro, desde que as condições metereológicas o permitam. A caminhada é de nível moderado, por isso é requerido estar em bom estado físico. Crianças menores de 6 anos não podem realizar essa atividade.

Dia 24 - Valle del Rio de Las Vueltas & Navegação pelo Lago do Deserto

Saímos em direção ao extremo sul do Lago do Deserto, mal chamado Laguna do Deserto. Viajamos 38 km por um caminho de terra que serpenteia o Valle del Rio de las Vueltas – a paisagem que vemos é bem andino-patagônica: montanhas, bosques, cascatas e espelhos d'água conjugam essa harmonia natural. Podemos optar por realizar uma caminhada até o Glaciar Huemul ou navegar pelas gélidas águas do lago. O trekking é curto, de apenas 1 hora, porém, com uma subida pronunciada, e de um esforço considerável. Devemos pagar uma entrada, pois essa é uma área particular. Também podemos ir às lagunas Larga e do Diabo, mas o percurso é de 4 horas, Aqueles que não desejem realizar essa caminhada podem desfrutar de uma navegação pelo Lago do Deserto. O navio se dirige do sul ao norte do lago. Uma vez em terra, caminhamos até o Mirante Centinela: são somente 12 minutos, mas muito prazeirosos, rodeados de vistas panorâmicas fantásticas. O lago do deserto está em um vale de quase 15km que se encontra entre a Cordilheira Andina, perto do Lago O'Higgins e do Cerro Fitz Roy. Os cordões de montanha que encerram o vale são o maciço ocidental, onde encontramos trechos como o cordão Marconi entre outros, e o maciço oriental. O Rio de las Vueltas tem sua nascente nesse lago, que em seu percurso se alimenta do Lago Azul e desemboca no Lago Viedma.

Dia 25 - Trekking para o Laguna Capri ou Laguna de los Tres (base do Cerro Fitz Roy)

Dia livre para descansar ou fazer alguma trekking. Dependendo das condições físicas que recomendamos fazer a caminhada até a base do Monte Fitz Roy, Laguna de los Tres (moderado, 8 horas) ou trekking para Laguna Capri (fácil, 4 horas)

Trekking ao Cerro Fitz Roy: Laguna de los Tres

Café da manhã no Alojamento contratado. Temos o dia livre em El Chaltén. Aconselhamos que realizem o trekking mais importante de todo o Parque Nacional Los Glaciares: o caminho está perfeitamente sinalizado. Chegamos no primeiro mirante, com vista ao Glaciar Piedras Blancas,  depois de quase 2 horas de trekking pelo Valle del Rio Blanco e caminhando por bosques legendários de nothofagus. Avançamos um pouco mais e chegamos ao Acampamento Poincenot até terminar em Rio Branco. Daqui subimos uma ladeira com um desnível importante, de 400 metros, até a base do Cerro Fitz Roy: Laguna de Los Tres. O caminho termina na aresta de uma morena glaciária. Temos uma vista formidável da laguna e de seu glaciar, com o perfil clássico do Cerro Fitz Roy que aparece das entranhas dos gelos, chegando até mais de 2.000 metros de altura. Podemos seguir mais um pouco, nos desviamos até o mirante da Laguna Sucia, desde o qual podemos ver o Lago Viedma e os glaciares suspensos. Regressamos ao povoado passando pela Laguna Capri. Se não nos atrasamos, chegaremos aproximadamente às 18h. No caso de desejar contratar um guia de montanha, solicitamos que nos avisem antecipadamente.

Trekking à Laguna Capri

Caminhar até a Laguna Capri é um verdadeiro relax para nossos olhos e é ideal para aqueles que contam com pouco tempo para realizar caminhadas longas de um dia inteiro, como ir à Laguna de Los Tres e/ou à Laguna Torre. O objetivo é chegar ao primeiro mirante do Cerro Fitz Roy. Começamos no povoado de Chaltén: é um trekking fácil mas com uma subida pronunciada por um trecho de quase 2 horas, esquivando um desnível de 350 msnm. O primeiro trecho é o mesmo caminho que para ir à Laguna de Los Tres até que chegamos a um mirante natural pedregoso, depois desviamos ao sul até o acampamento. No mirante, temos uma vista privilegiada do Cerro Torre e a seu redor, agulhas como Poincenot, Saint Exupéry, Mermoz e Guillaumet. Falta pouco para entrar no Acampamento Capri e pararmos para ver a Laguna de mesmo nome. Regressamos a nosso alojamento pelo mesmo caminho.

Dia 26 - Navegação pelo Lago Viedma e minitrekking pelas covas do Glaciar Viedma

Vamos ao Porto de Baía Túnel em direção norte, a Chaltén, no Parque Nacional Los Glaciares, para navegar pelo Lago Viedma e depois desembarcar no Glaciar Viedma e caminhar por seus interiores. O Lago Viedma, com uma longitude próxima a 78km é o mais comprido dos lagos originados devido à abrasão glacial e é o segundo maior do parque (O Glaciar Upsala é o maior de todos). Alimenta-se de um monte de neve homônimo, que se encontra no oeste. O Glaciar Viedma está em direção oeste e tem 5.000 metros de largura, 50 metros de altura e uma área de quase 1.000 km2 desdobrando-se desde os gelos continentais patagônicos, entre os cerros Huemul e Campana, alimentando-se dos gelos até desembocar no lago. Uma vez que desembarquemos, vamos ao sul acompanhados das vistas dos maciços Fitz Roy e Huemul, e de impressionantes blocos de gelo. Chegamos no Glaciar Viedma à meia-manhã, descendemos em uma área rochosa para ver as cavernas de gelo e outras formas de origem glaciar bem particulares. Recebemos informação sobre os glaciares e depois, continuamos com o trekking até a área de ablação, em frente do glaciar. Com a ajuda de pinos, subimos e iniciamos uma caminhada sobre suas estruturas geladas por aproximadamente 3 horas, podendo ver sumidouros e fendas. Uma vez finalizado o trekking pelo interior das covas, regressamos ao barco para percorrer a frente do glaciar. Almoçamos a bordo (box lunch não incluído) e à tarde regressamos à Baía Túnel.

Dia 27 - Partida para Chile

Café da manhã no hotel. Transferir para o terminal para tomar o ônibus para Puerto Natales. Recepção no Puerto Natales e transfer para o hotel. Tarde livre para visitar a cidade de Puerto Natales.

Dia 28 - Parque Nacional Torres del Paine

Deixamos a cidade de Puerto Natales em direção norte a 24 km para conhecer a Caverna do Milodón que fica no mesmo caminho a nosso destino principal: o Parque Nacional Torres del Paine. São 3 cavernas e um conjunto de rochas que são conhecidas como “Cadeira do Diabo” (Silla del Diablo) que foram descobertas a fim do século XIX, onde se observaram restos de um mamífero herbívoro de grande tamanho nos finais do Pleistoceno. A caverna mais importante tem 30 metros de altura com um frente de 75 metros e uma profundidade de 195 metros. O seu origem se deve ao efeto erosivo do lodo que provem da bacia de Puerto Natales, quando os gelos se retiraram na era quaternária. Chegamos a Caverna do Milodón, um tesouro antropológico de muito valor, se estima que foi habitado pelos primeiros homens da Patagônia. Continuamos o nosso passeio para ingressar ao Parque Nacional Torres del Paine, com um superfície de 240.000 hectares.

Poderemos observar uma mistura de lagos, lagunas, glaciares, cerros e uma esplêndida vegetação a medida que nos aproximamos ao Parque. No Parque Nacional Torres del Paine poderemos visitar o Lago Nordenskjold que com suas águas de cor esmeralda chega até a base da montanha que alimenta o Salto Grande originando um lago muito tranquilo, como o lago Pehoé. Começamos uma caminhada perto do rio Pingo por uma vereda que cruza o rio, depois passamos por uma zona de areias que divide as margens do lago, rodeados de gelos eternos na costa do lago e como único cenário o Glaciar Grey junto a cerros, bosques e da cordilheira Paine. Depois, regressaremos a cidade de Puerto Natales.

Dia 29 - Navegação pelo Glaciares Serrano e Balmaceda

Sairemos desde Puerto Natales com uma vista impactante de natureza pura, observando bosques de coigües, canelos, lenguas, ñires, chilcos e calafates, e descobrindo uma fauna originária como lobos marinos, cormorões, patos quetru, côndores e gaivotas. Navegaremos pelo mar com destino ao centro de Ultima Esperanza. Durante nossa travessia, observaremos cerros e bosques originários, juntamente com uma numerosa fauna marinha, como lobos e cormorões. O monte Balmaceda, com cerca de 2.035 metros de altura, pertence ao Parque Nacional Bernardo O'Higgins e integra a Cordilheira dos Andes. Encontraremos a Geleira Balmaceda com seus desprendimentos de massas de gelo nas águas geladas do fiorde, e a geleira Serrano, que se encontra ao norte e à qual se pode chegar somente via terrestre, rodeado por uma lagoa originada pelo desgelo.

Dia 30 - Partida para Punta Arenas

Café da manhã no Hotel. Traslado ao Aeroporto de Punta Arenas. Fim dos nossos serviços.


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